O socialismo petroleiro latino-americano está com os dias contados
A crise nos mercados financeiros – a qual está sendo competentemente enfrentada pelos governos dos Estados Unidos da América e da União Européia – tem pelo menos um aspecto positivo: colocar em xeque o modelo de ditaduras latino-americanas baseadas em populismo-petroleiro.
Sim, estou falando de Venezuela, Equador, Bolívia, cujos governos ditatoriais usam as imensas inversões decorrentes da exportação de petróleo para solapar a Democracia. Ao invés de promoverem a Educação e a Saúde em seus países, ditadores como Chavez preferem financiar regimes e ditadores moribundos como o regime de Cuba e sua dinastia dos irmãos Castro (imperadores de Cubam milionários, enquanto o povo cubano amarga a miséria e a degradação, quando não o sentimento de pena do mundo inteiro que não se conforma de ver um povo vivendo como escravo – o cubano médio não passa de um escravo do regime dos imperadores Castro).
Cuba hoje e sempre nunca teve condições de se manter por conta própria. Durante mais de 30 anos posteriores à revulção de Castro recebeu mesada da ex-URSS (que o inferno a tenha), e agora, modernamente, estava sendo financiada pelo povo venezuelano, tendo em vista que Hugo Chavez envia milhões de dólares por mês para Cuba.
Pois bem, só que Chavez poderia brincar de socialismo com petróleo a US$ 150,00 o barril. Mas, hoje, o petróleo está em US$ 70,00, e com o barril abaixo de US$ 105,00 a economia venezuelana entrará em colapso em pouco tempo, pois o défict em conta-corrente explodirá, e não permitirá mais ao governo manter nem seus programas populito-assistencialistas e muito menos a mesada para governos amigos, e, muito menos financiar escolas de samba no Brasil.
Mas e aí o regime ditatorial cubano se defrontará com um duplo-problema: não terá mais a figura enganadora de Fidel Castro (Raul não é nem sombra do irmão) e não terá a mesada dos amigos como Chavez, que também está com a popularidade em queda livre na Venezuela.
O povo cubano que já sofre a miséria, depara-se com a democracia como escolha, e aí poderá ter o auxílio dos Estados Unidos da América, caso optem por tirar do poder seus ditadores e optarem pela Democracia e pela Economia de Mercado Capitalista (Liberdade).
Em muito em breve veremos Cuba liberta!
As contradições do socialismo
Neste artigo, irei desconstruir o artigo “Porquê o Socialismo”, escrito pelo Físico Albert Einstein, em 1949, e, no decorrer do texto, apontar algumas contradições da formulação socialista.
http://www.monthlyreview.org/598einst.htm
Porquê o Socialismo?
por Albert Einstein
[i]”Será aconselhável para quem não é especialista em assuntos económicos e sociais exprimir opiniões sobre a questão do socialismo? Eu penso que sim, por uma série de razões.”[/i]
Eu penso que não. Apesar que defendo o direito de cada um opinar sobre o que bem entende. Entretanto, economia é uma questão algo complexa, de modo que um leigo certamente incorrerá em algumas bobagens ao tratar do assunto. Aliás, é exatamente por isso que os “socialistas”, em sua imensa maioria, são leigos em Economia. É claro que alguém com um conhecimento mínimo de Economia não será um socialista. É freqüente esquerdinhas acharem que existe a possibilidade de existir algum tipo de economia que não a de mercado, uma economia socialista, por exemplo, onde não haveriam restrições de oferta, ou de insumos, ou de qualquer tipo de recursos. É engraçado quando vejo isso escrito – e olhe que é comum. Acho engraçado pois quando leio vejo que o sujeito que escreveu está tão distante da compreensão de como funciona o sistema econômico, mas simultaneamente não se esforça para compreende-lo, e, pior, acha que pode criticá-lo sem entende-lo. Os esquerdinhas, TODOS, não sabem como funciona o capitalismo. Simplesmente não sabem, não tem a menor idéia. Não sabem o que é uma dinâmica de mercado, não sabem o que são preços, não sabem o que é e quais as leis mais básicas da moeda, não sabem para que serve um banco comercial, nem um banco central, não sabem para que serve a Bolsa de Valores e nem o mercado de capitais, nem os mercados primários de títulos públicos, nem política monetária, nem sistema tributário, nem nada! Eles não tem a mais vaga noção desses conceitos, e mesmo assim acham que podem criticar o capitalismo! Não é engraçado?
[i]Consideremos antes de mais a questão sob o ponto de vista do conhecimento científico. Poderá parecer que não há diferenças metodológicas essenciais entre a astronomia e a economia: os cientistas em ambos os campos tentam descobrir leis de aceitação geral para um grupo circunscrito de fenómenos de forma a tornar a interligação destes fenómenos tão claramente compreensível quanto possível. Mas, na realidade, estas diferenças metodológicas existem. A descoberta de leis gerais no campo da economia torna-se difícil pela circunstância de que os fenómenos económicos observados são frequentemente afectados por muitos factores que são muito difíceis de avaliar separadamente. Além disso, a experiência acumulada desde o início do chamado período civilizado da história humana tem sido – como é bem conhecido – largamente influenciada e limitada por causas que não são, de forma alguma, exclusivamente económicas por natureza.[/i]
Essa é uma questão superada. Começa pelo fato de que, na época em que Einstein formulou sua Teoria da Relatividade, a Ciência Econômica praticamente não existia como tal. Nem mesmo o conceito de macro-economia, ou seja, a teoria dos agregados macro-econômicos tinha sido formulada, tendo em vista que esse instrumento teórico veio com Keynes. Como se não bastasse, o desenvolvimento ulterior da Ciência Econômica, sobretudo após a formulação de JF Nash, A Teoria dos Jogos e o Equilíbrio de Nash, é completamente revolucionário em termos de conhecimento econômico, e é posterior ao artigo. Ademais, o que evoluiu a ciência econômica nos últimos 30 anos é algo descomunal. Desse modo, tais argumentos mostram que tal artigo é apenas uma relíquia histórica sem qualquer validade científica.
[i]Por exemplo, a maior parte dos principais estados da história ficou a dever a sua existência à conquista. Os povos conquistadores estabeleceram-se, legal e economicamente, como a classe privilegiada do país conquistado. Monopolizaram as terras e nomearam um clero de entre as suas próprias fileiras. Os sacerdotes, que controlavam a educação, tornaram a divisão de classes da sociedade numa instituição permanente e criaram um sistema de valores segundo o qual as pessoas se têm guiado desde então, até grande medida de forma inconsciente, no seu comportamento social.[/i]
E o que isso tem a ver com Economia ou com Capitalismo? Economia é uma ciência que estuda, entre outras coisas, como funcionam trocas voluntárias, livres e pacíficas entre cidadãos livres que compartilham um lócus geográfico e social. A noção de propriedade é uma forma avançada de otimização dessas trocas, pois reduz os custos de transferência, ou seja, uma vez estabelecido o conceito de propriedade, reduz-se os custos de transações, e, com isso, todos os intervenientes do sistema ganham. TODOS, pois temos uma elevação da produtividade geral do sistema econômico. De qualquer forma, a história econômica pode ser contada também como a história do crescimento da produtividade marginal do trabalho, que, por sua vez, é influenciada pelos desenvolvimentos tecnológicos, que por sua vez, tem influência na economia, nos preços, na oferta e na procura, e nas possibilidades de disseminação de tais bens na sociedade.
[i]“Mas a tradição histórica é, por assim dizer, coisa do passado; em lado nenhum ultrapassámos de facto o que Thorstein Veblen chamou de “fase predatória” do desenvolvimento humano. Os factos económicos observáveis pertencem a essa fase e mesmo as leis que podemos deduzir a partir deles não são aplicáveis a outras fases.”[/i]
Discordo totalmente. A evolução do capitalismo o torna progressivamente menos predatório. E isso é óbvio. Os desenvolvimentos tecnológicos propiciados pelo capitalismo são introduzidos nos sistemas produtivos, que tendem a ser cada vez menos custosos. Ora, se as empresas estão em busca constante de redução de custos, então elas são cada vez menos predatórias, pois estão sempre em busca de produzir o mesmo produto final, ou mesmo um produto final melhor, com menos insumos materiais, primários e humanos. Pense em quanto pesava um carro há 40 anos, quanto consumia de combustível. E verifique quanto pesam os carros hoje, e quanto consomem. Os eletrodomésticos modernos consomem uma fração da energia que consumiam há 1 década. Chegamos a era da informação, na qual um serviço, como um site de relacionamento, como o Orkut, por exemplo, pode se expandir indefinidamente sem o uso de qualquer insumo físico adicional. Portanto, está claro que a afirmação acima é completamente equivocada.
[i]“Uma vez que o verdadeiro objectivo do socialismo é precisamente ultrapassar e ir além da fase predatória do desenvolvimento humano, a ciência económica no seu actual estado não consegue dar grandes esclarecimentos sobre a sociedade socialista do futuro.
Segundo, o socialismo é dirigido para um fim sócio-ético. A ciência, contudo, não pode criar fins e, muito menos, incuti-los nos seres humanos; quando muito, a ciência pode fornecer os meios para atingir determinados fins. ”[/i]
E o que é o socialismo, supostamente, científico, senão um fim em si mesmo, alíás, uma ciência que criou um “fim”, um “fim” – socialismo – artificial, anti-natural, anti-humano, liberticida, e impositivo a ser-humano? Einstein, de fato, não entendeu nada do que é socialismo!
“Mas os próprios fins são concebidos por personalidades com ideais éticos elevados e – se estes ideais não nascerem já votados ao insucesso, mas forem vitais e vigorosos – adoptados e transportados por aqueles muitos seres humanos que, semi-inconscientemente, determinam a evolução lenta da sociedade.
Por estas razões, devemos precaver-nos para não sobrestimarmos a ciência e os métodos científicos quando se trata de problemas humanos; e não devemos assumir que os peritos são os únicos que têm o direito a expressarem-se sobre questões que afectam a organização da sociedade ”
Inúmeras vozes afirmam desde há algum tempo que a sociedade humana está a passar por uma crise, que a sua estabilidade foi gravemente abalada. É característico desta situação que os indivíduos se sintam indiferentes ou mesmo hostis em relação ao grupo, pequeno ou grande, a que pertencem. Para ilustrar o meu pensamento, permitam-me que exponha aqui uma experiência pessoal. Falei recentemente com um homem inteligente e cordial sobre a ameaça de outra guerra, que, na minha opinião, colocaria em sério risco a existência da humanidade, e comentei que só uma organização supra-nacional ofereceria protecção contra esse perigo. Imediatamente o meu visitante, muito calma e friamente, disse-me: “Porque se opõe tão profundamente ao desaparecimento da raça humana?”
Tenho a certeza de que há tão pouco tempo como um século atrás ninguém teria feito uma afirmação deste tipo de forma tão leve. É a afirmação de um homem que tentou em vão atingir um equilíbrio interior e que perdeu mais ou menos a esperança de ser bem sucedido. É a expressão de uma solidão e isolamento dolorosos de que sofre tanta gente hoje em dia. Qual é a causa? Haverá uma saída?
É fácil levantar estas questões, mas é difícil responder-lhes com um certo grau de segurança. No entanto, devo tentar o melhor que posso, embora esteja consciente do facto de que os nossos sentimentos e esforços são muitas vezes contraditórios e obscuros e que não podem ser expressos em fórmulas fáceis e simples.
[i]“O homem é, simultaneamente, um ser solitário e um ser social. Enquanto ser solitário, tenta proteger a sua própria existência e a daqueles que lhe são próximos, satisfazer os seus desejos pessoais, e desenvolver as suas capacidades inatas. Enquanto ser social, procura ganhar o reconhecimento e afeição dos seus semelhantess, partilhar os seus prazeres, confortá-los nas suas tristezas e melhorar as suas condições de vida. Apenas a existência destes esforços diversos e frequentemente conflituosos respondem pelo carácter especial de um ser humano, e a sua combinação específica determina até que ponto um indivíduo pode atingir um equilíbrio interior e pode contribuir para o bem-estar da sociedade.”[/i]
E o socialismo é apenas a tentativa de suprimir, por meio da violência institucional, dessas características, tão básicas quanto humanas, que diferenciam homens e animais. Não é por outro motivo que sistemas socialistas não passam de aparatos violentos que se propõem basicamente a transformar seres-humanos em animais. Os exemplos estão todos aí, e são eloqüentes!
É perfeitamente possível que a força relativa destes dois impulsos seja, no essencial, fixada por herança. Mas a personalidae que finalmente emerge é largamente formada pelo ambinte em que um indivíduo acaba por se descobrir a si próprio durante o seu desenvolvimento, pela estrutura da sociedade em que cresce, pela tradição dessa sociedade, e pelo apreço por determinados tipos de comportamento. O conceito abstracto de “sociedade” significa para o ser humano individual o conjunto das suas relações directas e indirectas com os seus contemporâneos e com todas as pessoas de gerações anteriores. O indíviduo é capaz de pensar, sentir, lutar e trabalhar sozinho, mas depende tanto da sociedade – na sua existência física, intelectual e emocional – que é impossível pensar nele, ou compreendê-lo, fora da estrutura da sociedade. É a “sociedade” que lhe fornece comida, roupa, casa, instrumentos de trabalho, língua, formas de pensamento, e a maior parte do conteúdo do pensamento; a sua vida foi tornada possível através do trabalho e da concretização dos muitos milhões passados e presentes que estão todos escondidos atrás da pequena palavra “sociedade”.
[i]“É evidente, portanto, que a dependência do indivíduo em relação à sociedade é um facto da natureza que não pode ser abolido – tal como no caso das formigas e das abelhas.”[/i]
Esse é o grande equívoco. Abelhas e formigas agem por instinto, e se comportam quase sempre da mesma forma. Não pensam, não são racionais. Somente por meio de violência institucional é que é possível transformar seres-humanos em formigas ou abelhas, e é isso que os “socialistas” querem. Eles só não são suficientemente inteligentes para perceber que as sociedades liberais e capitalistas são a forma mais avançada de organização social humana.
No entanto, enquanto todo o processo de vida das formigas e abelhas é reduzido ao mais pequeno pormenor por instintos hereditários rígidos, o padrão social e as interrelações dos seres humanos são muito variáveis e susceptíveis de mudança. A memória, a capacidade de fazer novas combinações, o dom da comunicação oral tornaram possíveis os desenvolvimentos entre os seres humanos que não são ditados por necessidades biológicas. Estes desenvolvimentos manifestam-se nas tradições, instituições e organizações; na literatura; nas obras científicas e de engenharia; nas obras de arte. Isto explica a forma como, num determinado sentido, o homem pode influenciar a sua vida através da sua própria conduta, e como neste processo o pensamento e a vontade conscientes podem desempenhar um papel.
O homem adquire à nascença, através da hereditariedade, uma constituição biológica que devemos considerar fixa ou inalterável, incluindo os desejos naturais que são característicos da espécie humana. Além disso, durante a sua vida, adquire uma constituição cultural que adopta da sociedade através da comunicação e através de muitos outros tipos de influências. É esta constituição cultural que, com a passagem do tempo, está sujeita à mudança e que determina, em larga medida, a relação entre o indivíduo e a sociedade. A antropologia moderna ensina-nos, através da investigação comparativa das chamadas culturas primitivas, que o comportamento social dos seres humanos pode divergir grandemente, dependendo dos padrões culturais dominantes e dos tipos de organização que predominam na sociedade. É nisto que aqueles que lutam por melhorar a sorte do homem podem fundamentar as suas esperanças: os seres humanos não estão condenados, devido à sua constituição biológica, a exterminarem-se uns aos outros ou a ficarem à mercê de um destino cruel e auto-infligido.
Se nos interrogarmos sobre como deveria mudar a estrutura da sociedade e a atitude cultural do homem para tornar a vida humana o mais satisfatória possível, devemos estar permanentemente conscientes do facto de que há determinadas condições que não podemos alterar. Como mencionado anteriormente, a natureza biológica do homem, para todos os objectivos práticos, não está sujeita à mudança. Além disso, os desenvolvimentos tecnológicos e demográficos dos últimos séculos criaram condições que vieram para ficar.
Em populações com fixação relativamente densa e com bens indispensáveis à sua existência continuada, é absolutamente necessário haver uma extrema divisão do trabalho e um aparelho produtivo altamente centralizado. Já lá vai o tempo – que, olhando para trás, parece ser idílico – em que os indivíduos ou grupos relativamente pequenos podiam ser completamente auto-suficientes. É apenas um pequeno exagero dizer-se que a humanidade constitui, mesmo actualmente, uma comunidade planetária de produção e consumo.
heguei agora ao ponto em que vou indicar sucintamente o que para mim constitui a essência da crise do nosso tempo. Diz respeito à relação do indivíduo com a sociedade. O indivíduo tornou-se mais consciente do que nunca da sua dependência relativamente à sociedade. Mas ele não sente esta dependência como um bem positivo, como um laço orgânico, como uma força protectora, mas mesmo como uma ameaça aos seus direitos naturais, ou ainda à sua existência económica. Além disso, a sua posição na sociedade é tal que os impulsos egotistas da sua composição estão constantemente a ser acentuados, enquanto os seus impulsos sociais, que são por natureza mais fracos, se deterioram progressivamente. Todos os seres humanos, seja qual for a sua posição na sociedade, sofrem este processo de deterioração. Inconscientemente prisioneiros do seu próprio egotismo, sentem-se inseguros, sós, e privados do gozo naïve, simples e não sofisticado da vida. O homem pode encontrar sentido na vida, curta e perigosa como é, apenas dedicando-se à sociedade.
[i]”A anarquia económica da sociedade capitalista como existe actualmente é, na minha opinião, a verdadeira origem do mal. Vemos perante nós uma enorme comunidade de produtores cujos membros lutam incessantemente para despojar os outros dos frutos do seu trabalho colectivo – não pela força, mas, em geral, em conformidade com as regras legalmente estabelecidas. A este respeito, é importante compreender que os meios de produção – ou seja, toda a capacidade produtiva que é necessária para produzir bens de consumo bem como bens de equipamento adicionais – podem ser legalmente, e na sua maior parte são, propriedade privada de indivíduos.”[/i]
Pois Einstein estava profundamente equivocado. A “anarquia” que Einstein via no sistema capitalista não é anarquia, mas liberdade! Anarquia é um lócus sem regras, sem orientação, sem hierarquia. O Capitalismo estabelece-se com regras, sobretudo regras de mercado, onde os indivíduos são os senhores de suas vontades. O sistema produtivo capitalista produz o que os inivíduos desejam, e produzem cada vez mais e melhor, com menor custo. E isso é uma dinâmica, um processo, uma dinâmica econômica baseada na liberdade! Mercado é liberdade! Liberdade do indivíduo, que termina na liberdade do outro indivíduo.
[i]“Para simplificar, no debate que se segue, chamo “trabalhadores” a todos aqueles que não partilham a posse dos meios de produção – embora isto não corresponda exactamente à utilização habitual do termo. O detentor dos meios de produção está em posição de comprar a mão-de-obra. Ao utilizar os meios de produção, o trabalhador produz novos bens que se tornam propriedade do capitalista. A questão essencial deste processo é a relação entre o que o trabalhador produz e o que recebe, ambos medidos em termos de valor real. Na medida em que o contrato de trabalho é “livre”, o que o trabalhador recebe é determinado não pelo valor real dos bens que produz, mas pelas suas necessidades mínimas e pelas exigências dos capitalistas para a mão-de-obra em relação ao número de trabalhadores que concorrem aos empregos. É importante compreender que, mesmo em teoria, o pagamento do trabalhador não é determinado pelo valor do seu produto.”[/i]
Aqui a bobagem de sempre. Querem, em pleno século XX, após mais de 1 século que a Teoria da Utilidade Marginal demoliu a Teoria do Valor Trabalho, falar em “valor”! Como é que consegue se construir um acelerador de partículas, hoje? Com Física Newtoniana? Não! Com Física Relativística, de Einstein! Transporte isso para a Economia: Utilidade Marginal está para a Física Relativística, assim como o Valor Trabalho está para a Física Newtoniana. É claro que um esquerdinha jamais compreenderá isso, e, então, continuará rum ruminando.
[i]“O capital privado tende a concentrar-se em poucas mãos, em parte por causa da concorrência entre os capitalistas e em parte porque o desenvolvimento tecnológico e a crescente divisão do trabalho encorajam a formação de unidades de produção maiores à custa de outras mais pequenas.”[/i]
O capitalismo mostrou como lidar com isso: Leis de Concorrênica, Agências Reguladoras, Leis Anti-Truste, Anti-Dumping!
E o socialismo? Qual sua proposta para o problema? Rá..Rá..Rá…Ao invés de o capital se concentrar em “poucas mãos”, concentra-lo em uma única mão: a do Estado! Rá..Rá…Rá…Essa é uma das grandes contradições do socialismo!!!! Rá..Rá..Rá…
E por falar em contradições, eu mostro várias do socialismo. Mas gostaria que algum esquerdinha me apontasse alguma do capitalismo! Pode ser uma contradição exposta por Marx.
O resultado destes desenvolvimentos é uma oligarquia de capital privado cujo enorme poder não pode ser eficazmente controlado mesmo por uma sociedade política democraticamente organizada. Isto é verdade, uma vez que os membros dos órgãos legislativos são escolhidos pelos partidos políticos, largamente financiados ou influenciados pelos capitalistas privados que, para todos os efeitos práticos, separam o eleitorado da legislatura. A consequência é que os representantes do povo não protegem suficientemente os interesses das secções sub-privilegidas da população. Além disso, nas condições existentes, os capitalistas privados controlam inevitavelmente, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É assim extremamente difícil e mesmo, na maior parte dos casos, completamente impossível, para o cidadão individual, chegar a conclusões objectivas e utilizar inteligentemente os seus direitos políticos.
Assim, a situação predominante numa economia baseada na propriedade privada do capital caracteriza-se por dois principais princípios: primeiro, os meios de produção (capital) são privados e os detentores utilizam-nos como acham adequado; segundo, o contrato de trabalho é livre. Claro que não há tal coisa como uma sociedade capitalista pura neste sentido. É de notar, em particular, que os trabalhadores, através de longas e duras lutas políticas, conseguiram garantir uma forma algo melhorada do “contrato de trabalho livre” para determinadas categorias de trabalhadores. Mas tomada no seu conjunto, a economia actual não difere muito do capitalismo “puro”.
A produção é feita para o lucro e não para o uso. Não há nenhuma disposição em que todos os que possam e queiram trabalhar estejam sempre em posição de encontrar emprego; existe quase sempre um “exército de desempregados. O trabalhador está constantemente com medo de perder o seu emprego. Uma vez que os desempregados e os trabalhadores mal pagos não fornecem um mercado rentável, a produção de bens de consumo é restrita e tem como consequência a miséria. O progresso tecnológico resulta frequentemente em mais desemprego e não no alívio do fardo da carga de trabalho para todos. O motivo lucro, em conjunto com a concorrência entre capitalistas, é responsável por uma instabilidade na acumulação e utilização do capital que conduz a depressões cada vez mais graves. A concorrência sem limites conduz a um enorme desperdício do trabalho e a esse enfraquecimento consciência social dos indivíduos que mencionei anteriormente.
Considero este enfraquecimento dos indivíduos como o pior mal do capitalismo. Todo o nosso sistema educativo sofre deste mal. É incutida uma atitude exageradamente competitiva no aluno, que é formado para venerar o sucesso de aquisição como preparação para a sua futura carreira.
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Cuba é um típico estado FASCISTA
Este artigo mostrará que a verdadeira natureza do estado cubano é FASCISTA, e não socialista, como apregoam os esquerdistas. O caráter fascista do estado CUBANO fica claro quando analisamos o que é o fascismo.
Repressão à oposição política
A palavra fascismo é usada para definir sistemas de governo que, tal qual o governo de Benito Mussolini, exalta a nação e o Estado, e onde se usa intensa propaganda política estatal e censura para suprimir pela força a oposição política. Ora, sabemos que o estado cubano não permite a existência de rádios ou televisões privadas, e que os meios de comunicação estatais fazem propaganda sistemática do regime fascista de Fidel Castro. As correspondências não param por aí: o regime fascista cubano também emprega violência política contra a oposição, inclusive assassinando – por questões meramente políticas – e em tribunais de exceção, opositores do regime.
Coletivismo
O coletivismo é outra característica fascista presente no regime cubano. O estado cubano, por sua natureza fascista, procura mobilizar as massas com propaganda vulgar e violência, e é clara sua oposição às idéias liberais, como as que vigoram nos Estados Unidos da América. O fascismo é historicamente ant-liberal, por isso a aversão de líderes cubanos ao regime liberal que vige nos Estados Unidos da América.
O líder messiânico
Todas as formas de fascismo, e nisso o regime cubano é exemplar, não prescindem de um ator político no qual são depositadas todas as esperanças e também as responsabilidades. No regime fascista de Cuba, Fidel Castro é esse ator, é esse líder messiânico. Não é por outro motivo que o establishment cubano tenha imenso medo da morte do ditador fascista Fidel Castro: sabem que sua presença messiânica é fundamental para a manutenção do regime. Sem Fidel, o regime fascista pode ruir.
O Estado fascista é onipresente
O fascismo também é descrito como um sistema no qual “o Estado não apenas é autoridade que governa e molda as vontades individuais com leis e valores da vida espiritual, mas também poder que faz com que a sua vontade no estrangeiro prevaleça”. Ora, o Estado fascista cubano tenta controlar todos os aspectos da vida dos cidadãos, estabelecendo, inclusive, o que, quanto cada cidadão deve comer. Esse controle alimentar se dá por meio da famosa libreta de racionamento.
Tutto nello Stato, niente al di fuori dello Stato, nulla contro lo Stat” (Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado”)
Essa é uma máxima da filosofia fascista que é um dos componentes fundamentais do regime fascista cubano. Em Cuba, todas as empresas são do Estado. Todos os cidadãos trabalham para o Estado. Todas as propriedades são do Estado. Ninguém pode sair de Cuba sem autorização do Estado. As pessoas se alimentam conforme o estabelecido pelo Estado. O Estado define tudo na vida das pessoas, dos esportes, da cultura, da literatura. Os livros que os cidadãos são autorizados a ler são apenas os autorizados pelo Estado. Tudo na Cuba fascista está dentro do Estado e … nem indivíduos ou grupos estão fora do Estado… No Fascismo cubano, o Estado é absoluto, perante o qual os indivíduos ou grupos são apenas instrumentos de perpetuação de poder.
Conclusões
O estado cubano proclama-se como “socialista” ou “comunista”. Entretanto, essa auto-proclamação é incorreta e não se sustenta perante aos fatos. A natureza do estado cubano, como mostramos é essencialmente fascista, pois suas estruturas de controle, de poder, e políticas são formatadas com base em conceitos que chocam-se violentamente com as concepções socialistas. O papel do Estado é emblemático. O tipo de atuação do estado cubano não pode ser considerado socialista, pois, na ideologia socialista o Estado é visto como “mal necessário”, sendo que algumas formas de socialismo, como o socialismo libertário, rejeitam completamente o estado. O estado fascista cubano, porém, fiel a sua natureza FASCISTA, crê no Estado como um fim em si mesmo, e digno de obediência e subserviência por parte do povo.
O povo cubano serve para obedecer ao Estado. E só. Nada mais fascista do que isso.
Democracia cubana
Democracia em Cuba? Só mesmo não conhecendo nada de Democracia para falar que aquilo é uma Democracia! Com o intuito de demonstrar o caráter totalitário do regime assassino e genocida que vigora em Cuba, recorrei à análise das disposições constitucionais cubanas que configuram o regime autoritário e anti-democrático, que tem como único objetivo a perpetuação no poder de Fidel Castro e seus asseclas.
Primeiro. A Constituição de Cuba podemos verificar aqui:
Constituição de Cuba: http://www.georgetown.edu/pdba/Constitutions/Cuba/cuba1976.html
“Art. 69. La Asamblea Nacional del Poder Popular se compone de diputados elegidos por las Asambleas Municipales del Poder Popular en la forma y en la proporción que determina la ley.“
Logo, os deputados da Assembléia Nacional de Poder Popular são eleitos pelas Assembléias Municipais de Poder Popular, e não pelo povo.
artículo 75o.- Son atribuciones de la Asamblea Nacional del Poder Popular:
(…)
3. decidir acerca de la Constitucionalidad de las leyes, decretos-leyes, decretos y demás disposiciones generales;
Inexiste a independência de poderes em Cuba, situação básica que configura uma Democracia. Isso fica claro quando se analisa a configuração de Estado delineada pela constituição cubana, e constate-se que o Conselho de Estado Cubano é, de fato, o Poder Moderador Cubano. Não existem independência de poderes em Cuba.
Tudo é subordinado ao Conselho de Estado. O Conselho de Estado Cubano é de fato um Poder Moderador. Pode olhar lá na constituição cubana suas prerrogativas: controle de constitucionalidade, ou seja, se a Assembléia de Poder Popular aprovar uma Lei que o Conselho de Estado não goste, então o Conselho de Estado pode declara-la inconstitucional. E mais. O Poder Judiciário é subordinado hierarquicamente ao Conselho de Estado. E além disso, o Conselho de Estado tem a prerrogativa de editar Decretos-Lei!!!!! Ou seja, o Conselho de Estado tem uma função típica de Judiciário – controle de constitucionalidade – e além disso tem o Poder Judiciário a ele subordinado.
Além disso, controla toda a maquina do Poder Executivo, visto que o Conselho de Ministros é também vinculado ao Conselho de Estado, e além de tudo isso, tem o poder de legislar por meio de Decretos-Lei.
Agora o detalhe mais interessante. O Conselho de Estado é eleito pela Assembléia Nacional de Poder Popular, que, pelo jeito, de Popular só tem o nome, porque não é eleita pelo povo, mas de modo indireto, pelas assembléias locais.
Enfim, o Conselho de Estado, do qual Fidel é o presidente, tem praticamente todos os poderes da República concentrado e ainda por cima não é eleito pelo povo.
Enfim, totalitarismo pleno e irrestrito!
Mais alguns aspectos interessantes da “Democracia Cubana”
Vejamos o relatório do Human Rights Watch , uma ONG que monitora a situação dos Direitos Humanos no mundo inteiro. Acho que ele pode dirimir algumas dúvidas.
http://www.hrw.org/reports/1999/cuba/Cuba996-01.htm#P355_13934
Lá podemos verificar que o Código Processual Cubano não atende os requisitos mínimos internacionais, que existem exatamente para coibir que pessoas inocentes sejam condenadas.
Socialismo: fuzilamentos, assassinatos e terror
Os fuzilamentos e a repressão política são decorrencias naturais da adoção de sistemas de corte socialista. A lógica que explica essa característica é simples.
Como os sistemas socialistas retiram, por meio da repressão, os mecanismos de incentivos econômicos das pessoas, as pessoas tem que ser incentivadas a trabalhar de outra forma, e essa forma é a seguinte: trabalho obrigatório e a perspectiva de ser morto. Sendo assim, as pessoas trabalham sob a égide do terror!
É simples assim. Se não existir nenhum tipo de incentivo, a economia cairá ao nível de subsistência, com a produção total da sociedade sempre declinando.
Porque isso? É simples: se o governo estabelece que todos ganham a mesma coisa, mesmo se você trabalhar muito ou pouco, ou se você trabalhar melhor ou pior, tanto faz. Ou seja, se você trabalha bastante e o seu colega do lado não trabalha nada, e vocês ganham a mesma coisa, então essa realidade vai fazer você se acomodar e tender a trabalhar igual a seu colega que não faz nada.
A soma desses comportamentos na sociedade socialista produz o famoso “desasbastecidmento”, ou seja, as lojas estatais vazias. Lógico, a produtividade das economias socialistas é sempre declinante, ou seja, produz-se cada vez menos com cada vez mais pessoas, e mais pessoas precisam de mais serviços e como a produção é declinante, então ocorrem os racionamentos. O fato da produção de alimentos cubana ser, hoje, inferior à produção de 1959 não é um fato isolado, é uma decorrência natural da economia planificada. Esse processo ocorre com todas as economias socialistas, só muda o ditador de plantão, porém não muda a desculpa: EUA, claro!
A repressão política é outro traço natural, porque se você tiver liberdade política, com liberdade de outros partidos se estabelecerem, então, essa insatisfação social começará a se fazer refletir nas propostas dos partidos. Um partido que comece a falar assim: “voce trabalha muito e seu colega não trabalha nada e vocês dois ganham a mesma coisa. Isso está errado, isto tem que mudar”, então esse partido naturalmente começará a ganhar adeptos, ou seja, um partido que irá começar a propor uma nova forma de incentivos, que quem trabalha mais deve ganhar mais e etc. O mesmo partido começará a criticar a falta de bens básicos como papel higiênico e etc. E aí o regime começa a ruir.
Saúde e Educação de Cuba: uma análise baseada em fatos
O Sistema de Saúde Cubano
A tese que pretendo provar é a de que a propalada excelência do sistema de saúde cubano não tem sustentabilidade nos fatos. O que iremos mostrar é que o sistema de saúde cubano apresenta resultados ligeiramente inferiores a de outros países da América Latina, como Argentina, Chile e Costa Rica.
Mostraremos, também, que o sistema de Educação cubano não é aprovado pelos sistemas de avaliação internacionais da UNESCO.
Para corroborar minha tese, fundamentarei minha análise com dados de Intituições Internacionais, como Organização Mundial de Saúde e UNESCO.
Preliminarmente, vamos aos dados da Organização Mundial de Saúde:
Investimento em Saúde – percapita
Investimento por habitante com Saúde em Cuba : US$ 251,00 / habitante (http://www.who.int/countries/cub/en/)
Investimento por habitante com Saúde no Brasil : US$ 597,00 / habitante (http://www.who.int/countries/bra/en/)
Investimento por habitante com Saúde nos EUA : US$ 5,700 / habitante http://www.who.int/countries/usa/en/
Esses dados nos mostram que mostra que: o Brasil gasta o dobro por habitante em Saúde que Cuba; os EUA gastam 10 vezes mais que o Brasil, e 20 vezes mais por habitante que Cuba.
Gasto em Saúde como proporção do PIB
http://www3.who.int/whosis/country/compare.cfm?country=BRA&indicator=TotEOHPctOfGDP&language=english
EUA – 15,2% / Canadá – 9,9% / Argentina – 8,9% / Brasil – 7,6%
Como pode se verificar, o desempenho de Cuba, neste indicador, é inferior ao El Salvador, Suriname, Uruguay, Argentina, Brasil, Colômbia, Panamá, Haiti e Costa Rica, com 7,3% do PIB de dispêndio em Saúde Pública.
Comparação Expectativa de Vida
Expectativa de Vida ao nascimento
Cuba 80 / 75 67,1 / 69,5
Costa Rica 80 /75 65,2 / 69,3
Argentina 78 / 71 62,7 / 68,1
Chile 81 / 74 64,9 / 69,7
Fonte : OMS
Cuba http://www.who.int/countries/cub/en/
Costa Rica http://www.who.int/countries/cri/en/
Argentina //www.who.int/countries/arg/en/
Chile http://www.who.int/countries/chl/en/
Conclusão: Cuba não é o melhor sistema de Saúde da América Latina. Seus indicadores são similares aos de muitos outros países da própria América Latina. Em determinados aspectos, como, por exemplo, investimento percapita de saúde, seus resultados são inferiores aos apresentados pelo Brasil.
Chile, Argentina, Costa Rica e Brasil apresentam indicadores melhores que os cubanos
Cuba é um país que historicamente apresentava bons indicadores de Saúde e Educação. Essa tradição de bons indicadores são muito anteriores à tomada do poder na Revolução, o que torna curioso o fato de usarem tais indicadores como mérito da revolução de Fidel Castro.
Um aspecto adicional que precisa ser avaliado é que, com o advento da revolução, e o alinhamento de Cuba ao bloco soviético, Cuba passou a receber um subsídio de aproximadamente US$ 2 milhões de dólares por dia da extinta União Soviética, o que correspondia a aproximadamente U$ 1 bilhão de dólares por ano. O governo cubano usou tais recursos para manter os bons indicadores de Saúde e Educação cubanos, mas, sobretudo, para financiar intervenções militares em outros países da América Latina (Bolívia) e África (Congo). Cuba, hoje, é um país agrário, e questiona-se se não teria sido melhor para a população cubana se o governo cubano tivesse usado tais recursos para criar um parque industrial. Está claro que se Cuba fosse um regime democrático, no qual o povo tivesse voz e participasse das decisões coletivas, seria muito difícil usar os limitados recursos de um país para patrocinar guerrilhas e guerras em outros, pois a população provavelmente optaria por aplicar tais recursos na melhoria de sua própria qualidade de vida, ao invés de usar para produzir guerras e guerrilhas em outros países.
Diante disso, é importante ressaltar que os demais países da América Latina, sobretudo Chile e Argentina, não tiveram esse tipo de auxílio da ex-URSS e mesmo assim lograram êxito em obter indicadores de Saúde e Educação melhores que os cubanos, mesmo com populações que crescem constantemente, ao contrário de Cuba, que exportou quase 30% da população para os Estados Unidos da América. Esses quase 3 milhões de cubanos que vivem nos EUA usam os sistemas de saúde e educação dos EUA, e não de Cuba, além de contribuirem com envio de recursos à seus familiares.
Cuba: subsídios de outros países
Cuba é um país que consegue sobreviver apenas quando existe algum tipo de subsídio de outros países. Inicialmente Cuba viveu de subsídios mensais da ex-URSS. Atualmente, quem subsidia o estado cubano é o petróleo da Venezuela, tendo em vista que Hugo Chavez fornece 100 mil barris de petróleo diários, a preços altamente subsidiados, ao governo cubano.
Fidel Castro, ditador de Cuba, é um homem acostumado ao poder, pois é oriundo da aristocracia rural cubana. Em seu reinado de 50 anos à frente do poder em Cuba não conseguiu fazer com que seu país, antes uma potência econômica e social, produza bens para a população, mas especializou-se na produção de produtos elitistas e comprados por mega-empresários, como os charutos HAVANA, e os hotéis de luxo em Varadero, praia na qual os cubanos nativos não podem entrar.
Dados da UNESCO
Costa Rica – expectativa média de vida – 79 (http://www.uis.unesco.org/profiles/EN/EDU/countryProfile_en.aspx?code=1880)
Cuba – expectativa média de vida – 77 (http://www.uis.unesco.org/profiles/EN/EDU/countryProfile_en.aspx?code=1920)
Fertilidade : Cuba 1,6 filhos / mulher
Costa Rica : 2,6% das crianças em idade escolar fora da escola
Cuba – 3% das crianças em idade escolar fora da escola
Costa Rica – ZERO% das crianças em idade escolar fora da escola
Brasil – 3% das crianças em idade escolar fora da escola
Argentina – 1% das crianças em idade escolar fora da escola
(http://www.uis.unesco.org/profiles/EN/EDU/countryProfile_en.aspx?code=320)
Chile – ZERO % das crianças em idade escolar fora da escola
(http://www.uis.unesco.org/profiles/EN/EDU/countryProfile_en.aspx?code=1520)
Educação em Cuba: indicadores não são favoráveis
Desempenho dos alunos cubanos no TIMSS
O teste quadri-anual que feito pela UNESCO chama-se TIMSS, e os alunos cubanos não conseguiram classificação para entrar no ranking. Os campeões nesses rankings são Cingapura, Coréia, República Checa , Japão, Bulgária, Eslovênia, Bélgica, Áustria, Hungria, Países Baixos, Inglaterra, República Eslovaca, Estados Unidos, Austrália, Alemanha, Canadá, Irlanda, Tailândia, Suécia.
Cuba nem aparece no ranking do teste da UNESCO
Diante do fato de que os alunos não conseguem passar nas preliminares das provas da UNESCO, pode-se concluir que o sistema de educação de Cuba está em nível muito inferior ao dos demais países da América Latina.
http://isc.bc.edu/PDF/t03_download/T03_M_Chap2.pdf http://isc.bc.edu/timss2003i/intl_reports.html http://www.timss.org/ http://www.who.int/whr/2006/annex/06_annex2_en.pdf
Evolução dos dispêndios em Saúde como proporção do PIB
Os seguintes percentuais de gasto em Saúde como proporção do PIB: Gastos totais em Saúde como proporção do PIB
1999 2000 2001 2002 2003
Cuba 6,9 7 7,1 7,2 7,3
Costa Rica 6 6,3 6,8 7,2 7,3
Argentina 9,1 8,9 9,5 8,6 8,9
Brasil 7 ,8 7,7 7,8 7,7 7,6
Grã-Bretanha 7,2 7,3 7,5 7,7 8
EUA 13,1 13,3 14 14,7 15,2
Portanto, como podemos verificar pelos dados acima, Cuba investe, como proporção do PIB, valores similares aos demais países em seu sistema de Saúde.
Socialismo: ineficiência econômica cobra seu preço dos mais pobres
O sistema socialista é caracterizado por sua tradicional ineficiência econômica, o que ficará claro ao longo deste artigo. Se analisarmos a situação cubana em seu todo, verificamos que Cuba consegue obter resultados em Saúde quase tão bons quanto os de países como Chile, Argentina e Costa Rica. Entretanto, tais resultados são os únicos indicadores favoráveis da Ilha. Entretanto, a quantidade de pessoas que precisam ser alocados em tais sistemas é enorme – em média 5 vezes maiores que a comparação com outras nações da América Latina.
Esse é um exemplo emblemático da ineficiência do sistema cubano: para conseguir resultadores piores que o de outros países, precisa empregar 5 vezes mais recursos humanos.
Qual o resultado disso na prática: os salários são muito baixos (médicos ganham em média R$ 40,00/mês) e a população fica submetida a racionamentos de produtos básicos, como papel higiênico, produtos de higiênie pessoal, alimentos, carnes e leite, que são racionados por meio da ”livreta de racionamento“.
O fenômeno do racionamento e da escassez generalizada ocorre em Cuba pois o sistema precisa de 5 vezes mais pessoas para produzir as mesmas coisas que um país capitalista. Ou seja, no capitalismo, a mesma população produz mais alimentos, mais serviços de Saúde, mais serviços de Educação, com os mesmos recursos, pois as pessoas estão inseridas em um sistema de produção livre e mais eficiente.
Além disso, poderíamos aludir as razões pelas quais gasta-se tão pouco em Cuba com saúde da população: um médico cubano ganha em torno de US$ 200 dólares por ano. Um inglês em torno de US$ 100 mil dólares! Um americano mais ou menos isso, em início de carreira. Um brasileiro ou argentino em torno de US$ 50 mil dólares / ano.
Médicos cubanos são dispõem de equipamentos modernos como sistemas de tomografia computadorizado, como os disponíveis para os ingleses, americanos, brasileiros e argentinos em seus hospitais públicos.
Ademais, produtos básicos são negados negadas aos cubanos pobres, como aspirinas, analgésicos, anti-bióticos. A não oferta de tais produtos para o povo cubano é um dos meios para se reduzir os dispêndios no sistema de Saúde.
Fidel Castro : um dos homens mais ricos do mundo
Outra questão que pode ser verificada é que Fidel Castro é um dos homens mais ricos do mundo, segundo a revista Forbes. Essa riqueza provavelmente provém, provavelmente, de transações financeiras que as multinacionais que operam em Cuba pagam para poder operar naquele país. Tais recursos poderiam ser investidos nos sistemas de Saúde e de Educação dos cubanos, mas são usados para irrigar a fortuna de Fidel Castro e sua família.
Além disso, é preciso considerar que Cuba tem uma população estável em torno de 11 milhões de habitantes, sendo os demais países em geral tem populações crescentes. Os EUA, por exemplo, além de ter uma população 30 vezes maior que a cubana, ainda absorvem um contingente de migrantes equivalente a metade da população cubana, todos os anos.
Eficiência de sistemas públicos de saúde
Esse é um componente que tem peso significativo na economia. Como proporção do PIB, o gasto de Saúde cubano – em torno de 7% - é similar ao de outros sistemas de saúde da América Latina.
Entretanto, os trabalhadores cubanos recebem salários muito baixos. A comparação entre os salários dos trabalhadores em outros países e os salários dos trabalhadores cubanos é clara. Um beneficiário do Bolsa Família brasileiro ganha, por mês, só de benefícios estatais, um valor que é 3 vezes superior ao que aufere um médico cubano.
Outra medida que ajuda a reduzir os custos do sistema de saúde cubano é que não são oferecidas aspirinas e outros gêneros dessa natureza nas farmácias estatais cubanas. Não existem anestesias e diversos outros remédios que obrigam os médicos cubanos promover amputações de membros por falta de medicamentos.
Todas essas medidas mostram como é possível a um país gastar US$ 250 dólares por ano em saúde por habitante, e ter o seu presidente como um dos homens mais ricos do mundo.
Os EUA, por exemplo, gastam 22 vezes mais por cidadão em Saúde. Na Cuba ”SOCIALISTA” os médicos ganha US$ 250,00 por ano e vivem no país onde supostamente não existe exploração do homem pelo homem. Entretanto, nos países capitalistas, os médicos explorados em outros países ganham em média 200 vezes mais.
Eficiência do sistema cubano de Saúde.
Já verificamos que o gasto por habitante em saúde nos países é proporcional a renda. Pode-se usar tal indicador de gasto em saúde per capita como indicador a “eficiência” do sistema de Saúde.
Vamos comparar dois países latino americanos. Cuba (o mais socialista da América Latina) e Chile (o mais capitalista da América Latina).
Em termos de indicadores de Saúde, o Chile empata com Cuba na maioria dos indicadores. Vejamos
Chile : http://www.who.int/countries/chl/en/)
Expectativa de vida ao nascer homens/mulheres (anos): 74.0/81.0
Healthy life expectancy at birth h/m (years, 2002): 64.9/69.7
Mortalidade infantil h/m (per 1000): 10/9
Mortalidade adulta h/m (per 1000): 133/66
Total dispêndio em saúde per capita (Intl $, 2003): 707
Total dipêndio em saúde como % do PIB s (2003): 6.1
Cuba : (http://www.who.int/countries/cub/en/)
Total population: 11,269,000
PIB per capita (Intl $, 2004): 3,649
Expectativa de vida ao nascer homem/mulher (years): 75.0/80.0
Healthy life expectancy at birth h/m (years, 2002): 67.1/69.5
Mortalidade infantil h/m (per 1000): 8/7
Adult mortality h/m (per 1000): 131/85
Total dispêndio em Saúde per capita (Intl $, 2003): 251
Total dispêndio em Saúde como % do PIB (2003): 7.3
Agora vejamos a quantidade de profissionais de saúde em cada país: Cuba
Chile
Cuba Médicos (density per 1 000 habitantes) (:) 5.91
Enfermeiros (density per 1 000 habitantes) (:) 7.44
Dentistas (density per 1 000 habitantes) (:) 0.87
Chile
Médicos (density per 1 000 habitantes) (:) 1.09
Enfermeiros (density per 1 000 habitantes) (:) 0.63
Dentistas (density per 1 000 population) (:) 0.43
Desses dados concluímos que Cuba precisa de 5,4 mais médicos, 11,8 mais enfermeiros e o dobro de dentistas, para cada grupo de mil habitantes, para obter os mesmos resultados de Saúde que o Chile.
Cuba gasta 7% do seu PIB.
Agora uma questão importante: o PIB de Cuba, calculado pela PPP – Paridade do Poder de Compra, atinge (http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_PIB_(Paridade_do_Poder_de_Compra) o valor de US$ 37,24 bilhões de dólares. Porém deste site aqui vemos o gasto percapita.
http://www3.who.int/whosis/country/compare.cfm?country=CRI&indicator=PcTotEOHinIntD&language=english
O que se observa é que existe uma correlação entre renda-percapita e gasto por saúde percapita. Se usaármos países com resultados similares em Saúde verificamos que o gasto percapita em saúde sobre o pib percapta é igual a relação de gasto com saúde sobre o PIB.
Dispêndio percapita PIB Percapta gasto/
PIB EUA USD 6.621,43 USD 44.142,86 0,15
Argentina USD 1.149,70 USD 16.424,24 0,07
Costa Rica USD 566,16 USD 8.088,00 0,07
Cuba USD 236,98 USD 3.385,45 0,07
A explicação para tal fenômeno é que a maior parte do gasto dos sistemas de Saúde é exatamente com a remuneração dos profissionais de Saúde.
Portanto, países com baixos salários terão gasto menor, e países com altos salários, terão gastos maiores. Assim, Cuba obtém baixos dispêndios percapita em Saúde pagando baixos salários a seus trabalhadores.
Cuba se obtém resultados similares que outros países em Saúde. Entretanto, Cuba não tem eleições livres, não tem liberdade de expressão, os cubanos não tem liberdade de ir e vir, os salários dos cubanos são uns dos mais baixos do mundo e ocorrem violações dos Direitos Humanos em Cuba, como observa a HRW (Human Rights Watch), uma ONG internacional que analisa a situação dos Direitos Humanos nos países.
Apesar disso, Cuba e seu ditador multimilionários contam com a admiração de pessoas na América Latina. A questão que fica é: por qual motivo ocorre esse fenômeno?
IDH de Cuba : mais uma falácia de Fidel Castro
O IDH – Índice de Desenvolvimento Humano – foi criado para criar um padrão metodológico para efeito de aferição dos níveis de desenvolvimento humano das nações, tendo em vista que os indicadores baseados em estatísticas econômicas levam a distorções na análise.
Sendo assim, o único regime totalitário da América Latina - Cuba – aparece com frequencia à frente do Brasil e de outros países da América Latina no ranking anual feito pela ONU, tendo por base o IDH. Esse fato leva muitas pessoas a acreditarem que o “socialismo” cubano seria o responsável por tal desempenho. Nada mais falacioso, como veremos a seguir.
O IDH, apesar de ser um indicador “social”, tem a renda percapita como um dos componentes mais importantes. Ocorre, porém, que o valor de renda percapta utilizado para compor o IDH é a calculada pelo método PPP (Paridade do Poder de Compra). E aqui temos alguns graves problemas metodológicos que acabam por inflar o IDH cubano.
Primeiro, não é segredo para ninguém que o PIB Cubano não é calculado com base nos padrões internacionais. Sabe-se que o país de Fidel Castro utiliza metodologias específicas, introduzindo serviços de saúde e educação no PIB, produzindo então sua elevação. Essas variações metodológicas, portanto, maculam e comprometem a comparação do PIB cubano em relação aos demais países.
O segundo aspecto é que a renda percapita de cuba entra no cálculo do IDH com sendo de mais de US$ 6.000,00 (seis mil dólares). Ora, esse número é um completo absurdo, tendo em vista que não se pode usar o método PPP (Paridade do Poder de Compra) numa economia fechada, e com taxa de câmbio arbitrada pelo governo!
Para deixar isso claro, vamos observar que o salário de um médico cubano está na casa de US$ 20,00, o que dá US$ 240,00 / ano! Ora, então como é que podemos falar que o país tem renda percapita de US$ 6.000,00? Se os profissionais mais bem pagos em Cuba recebem anualmente um salário de US$ 240,00, como a renda percapita do país pode ser de US$ 6.000,00, ainda mais em um país que se vangloria de não ter desigualdade social? O fato é que Esse nível de renda percapita, que é o informado pelo governo cubano, não sobre auditoria das instituições internacionais, e é esse aspecto que catapulta, de forma artificial, o IDH de Cuba para a 55ª posição no ranking mundial.
O fato é que a ONU está estudando uma forma de mensurar com mais precisão o valor do PIB cubano, a fim de que os indicadores sociais desse país possam ser considerados e comparados com outros países, entretanto, podemos afirmar que o IDH de Cuba está muito atrás do IDH da maioria dos países da América Latina, pois a renda percapita de Cuba é uma das mais baixas da América Latina.
Fatos sobre o embargo econômico EUA Cuba
Motivos do embargo: 1. confiscação, sem compensação, de todas as companhias e propriedades norte-americanas em Cuba, procedimento que violou a legislação internacional;
Violação dos Direitos Humanos em Cuba
2. Motivação política: Fidel Castro não respeita os direitos fundamentais da população cubana: Execuções maciças e sem julgamento; Aprisionamento políticos; Dissolução do poder judicial; Restauração de cortes “revolucionárias” com juizes indicados politicamente; Confiscação de todos os meios de comunicação; Proibição à entrada e à saída livres do país; Dissolução e proibição de partidos políticos, exceto o comunista;Intervenção nos sindicatos dos trabalhadores. O embargo comercial é a forma dos EUA dizer que não compactua com a conduta criminosa e anti-democrática de Fidel Castro, e portanto, Fidel não pode se beneficiar de empréstimos e do comércio dos Estados Unidos. Em 1974, unilateralmente, o presidente Gerald Ford decretou a suspensão parcial do embargo, permitindo que companhias norte-americanas estabelecidas em outros países, ou suas filiais, pudessem negociar com Cuba. Mesmo assim o regime não flexibilizou sua opressão sobre o povo. O comércio cubano com as companhias norte-americanas chegou a cifra de US$ 704 milhões em 1989, mas apesar disso a conduta de Castro, ao contrário, tornou-se cada vez mais agressiva e menos conciliatória: Castro enviou invasões armadas na África (Angola e Etiópia), e tornou-se um ajudante no conflito do Oriente Médio (colinas de Golán) e na Indochina.O embargo foi novamente interposto em 1992 com a Lei Torricelli, restaurando parcialmente o embargo comercial. Entretanto, desde então são permitidos o envio à Cuba de doações de alimentos e de produtos farmacêuticos, e autoriza o intercâmbio cultural e o envio de dinheiro aos parentes de cubanos que vivem nos EUA.
Cuba negocia com o mundo inteiro
O embargo é simplesmente um dispositivo que dificulta o comércio de Cuba com os EUA, mas Cuba pode negociar com quem Cuba desejar, podendo mesmo adquirir produtos americanos no Panamá, no México ou no Canadá. Aliás, todos os hotéis turísticos de Cuba estão repletos de produtos norte-americanos.
7. O embargo econômico é responsável pela falta de remédios e alimentos em Cuba? Absolutamente não. Cuba negocia com o mundo inteiro, menos com os Estados Unidos. Todos os remédios ou alimentos que Cuba quer adquirir, podem ser comprados do México, Canadá ou Panamá, para mencionar somente países próximos a Cuba. Além disso, é muito mais barato comprar remédios no México e no Canadá do que nos próprios EUA. Os remédios feitos nos Estados Unidos são em média 25% mais baratos naqueles países. Com alimentos acontece o mesmo.
EUA fazem doações anuais de remédios e alimentos à Cuba!
8. O orçamento de Cuba atribui um média de 4 milhão dólares ao ano para a importação de remédios. A união européias doa a Cuba aproximadamente 10 milhão dólares em remédios e alimentos, e os Estados Unidos, com seu “embargo” e tudo, doaram ao país aproximadamente $472 milhões em remédios nos últimos 10 anos. Com essas quantidades de doações os cubanos teriam quantidades suficientes para satisfazer suas necessidades, mas onde estão esses remédios? Procure-os nos hospitais para os estrangeiros que pagam os serviços médicos em Cuba em dólares e nos hospitais usados pela elite política (e onde a população não pode ser atendida). Nesses hospitais e clínicas há todas os remédios…. Também podem-se ser encontrados nas lojas para estrangeiros em que se vende em dólares.
MENSALÃO DA EX-URSS à CUBA : US$ 3 bilhões / ano
9. De 1970 a 1991, Cuba recebeu aproximadamente três bilhões de dólares por ano de subsídios da União Soviética. Em todos estes anos, os cubanos tiveram a oportunidade de comprar um par de sapatos por ano, mas não foram construídas mais casas, nem melhorado o transporte público, nem a livreta de racionamento foi suprimida, nem melhorou o padrão de vida da população. Pergunta: o que fez Fidel Castro com essa quantidade de bilhões de dólares que forma parar em suas mãos? Resposta: foram usados simplesmente reforçar o poder de Fidel Castro. Pelo exemplo: com esse dinheiro, Castro montou o oitavo maior exército do mundo! (imagine um ilha de 110.000 quilômetros de quadrado e 10 milhão habitantes com o oitavo exército do mundo!).
Outra destinação que Fidel Castro deu ao dinheiro foi financiando guerras na África e processos de subversão de governos democráticos na América Latina, mas sobretudo Castro usou-o para criar um gigantesco instrumento repressivo como o Departamento do Interior integrado por aproximadamente 92 mil agentes e mais e dezenas de m ilhares de informantes que constituem uma rede que tudo vê e informa aos organismos políticos.
Qual foi o uso que Castro deu aos aproximadamente 100 bilhões de dólares que chegou no país entre 1970 e 1991 pelo conceito de subsídios soviéticos e pelos créditos de países ocidentais? A pergunta lógica que segue esta situação é: se for suspenso o embargo, em que tipo de atividade será usado o crédito ou os fundos de financiamento norte-americanos: não foi necessário ter bola de cristal para responder que os recursos serão usados da mesma forma que foram usados antes, ou mesmo para aumentar sua fortuna agora que a situação está ruim e porque não existe mais o subsídio soviético e seus 50 anos de erros econômicos asfixiam até aqueles que antes o suportaram pelos privilégios concedidos e que eles agora já não tem mais.
O embargo, portanto, tem a intenção de impedir que Castro obtenha mais dinheiro ou créditos para continuar financiando o seu poderoso instrumento repressivo que o mantém no poder, e que, adicionalmente aumenta a precariedade da vida em Cuba e não em benefício da população.
Deixe-nos recordar que Castro, desde 1992, não paga seus compromissos externos e consequentemente não consegue crédito em nenhum lugar do mundo. O único país que Fidel Castro não deve, e portanto, poderia obter crédito são os Estados Unidos da América. Por esta razão todo seu esforço é concentrado em obter a suspensão do embargo para que possa obter novos recursos para sustentar e continuar financiando sua permanência no poder.10. A razão central para que Fidel Castro detenha poder e mantenha a ditadura que assola Cuba há 46 anos é o controle, o medo e o terror que ele matem sobre a população. Que o terror é imposto e mantido por seu instrumento repressivo militar gigantesco.
A contribuição importante do embargo é que reduz a quantidade de dinheiro que de uma outra maneira chegariam nas mãos de Castro e que já nós sabemos o uso que teria. Conseqüentemente, o embargo corrói o orçamento disponível para a manutenção daquele instrumento na carga para manter posto sob a população cubana. A razão é que para a população cubana o embargo está atuando no sentido correto, corroendo a capacidade militar de repressão de Castro e que o sustenta no poder.
11. Se o embargo comercial trabalhou CONTRA o governo racista da África do Sul, se trabalhou CONTRA à atividade terrorista do governo da Líbia, se trabalhou CONTRA o expansionismo territorial do governo do Iraque, se trabalhou CONTRA a ditadura militar no HAITI, qual a razão que seja permitido negar a mesma funcionalidade CONTRA a ditadura de Fidel Castro?12. A suspensão do embargo comercial não produziria a melhoria econômica alguma para a população nem reforma política para ampliar as liberdades e o respeito aos Direitos Humanos em Cuba, como foi visto o que aconteceu no Vietnan. Já faz 7 anos que os Estados Unidos levantaram seu embargo e restauraram relações diplomáticas com o Vietnam, não obstante nada mudou nesse país. Os prisioneiros políticos seguem nas cadeias, a ditadura comunista segue intacta e o povo não se beneficiou de qualquer coisa.
A solução do problema de Cuba é que a ditadura de 46 anos de Fidel Castro que arruinou economicamente o país da mesma forma que aconteceu em todos os países comunistas. Com a FIM da ditadura, Cuba poderá retornar à democracia e decidir livremente seu destino da mesma forma que o fazem outros países da América Latina.
O embargo consubstancia-se também em um caráter político, frente a impossibilidade de obter que Castro respeite os direitos fundamentais da população cubana. São vastamente conhecidas as execuções maciças e sem julgamento, o aprisionamento dos oponentes políticos, a dissolução do poder judicial, a restauração de cortes “revolucionárias” com os juizes oriundo de indicações políticas, a confiscação de todos os meios de comunicação, a proibição à entrada e à saída livres do país, a dissolução e proibição de partidos políticos, exceto o comunista e a intervenção nos sindicatos dos trabalhadores, são medidas autoritárias que Castro impôs para consolidar seu poder absoluto e erradicar a democracia e os direitos dos cidadãos cubanos. O embargo comercial era uma forma dos Estados Unidos dizer a Castro que sua conduta criminosa e anti-democrática era inaceitável e que, dessa forma, não poderia beneficiar-se de empréstimos e o comércio dos Estados Unidos.
Outros fatos que demonstraram a necessidade precípua de interposição do embargo é a série de intervenções armadas de tropas cubanas na Venezuela, Nicarágua, Panamá, Guatemala e a Colômbia a fim derrubar os governos daqueles países e ajudar atividades de desestabilização e subversão em um grande número de países da América Latin como Peru, Brasil, Uruguai e Argentina.4. Em 1974, após a aproximação dos Estados Unidos com a China, os norte-americanos também tentaram estabelecer uma reconciliação com Fidel Castro. Unilateralmente, o presidente Gerald Ford decretou a suspensão parcial do embargo, permitindo que companhias norte-americanas estabelecidas em outros países, ou suas filiais, poderiam negociar com Cuba. A ação de boa amizade dos Estados Unidos porém não obteve resposta por parte de Cuba, mesmo que o comércio cubano com as companhias norte-americanas chegou a cifra de US$ 704 milhões em 1989. A conduta de Castro, ao contrário, tornou-se cada vez mais agressiva e menos conciliatória. Por exemplo, Castro enviou invasões armadas na Africa (Angola e Etiópia), e tornou-se um ajudante no conflito do Oriente Médio (colinas de Golán) e na Indochina.Internamente, tampouco nada mudou em Cuba. Os cubanos continuaram sem direitos e sem liberdades. Nós podemos sumariar que “a abertura e a tentativa da aproximação dos Estados Unidos “, foram inúteis.
Para essa razão, quando Europa Oriental e a União Soviética empreenderam as reformas do Glaznot e o Perestroika e Castro as rejeitou, os americanos concluíram que todo o esforço democrático com Castro era destinado a falhar. A resposta lógica foi a lei Torricelli, em 1992, restaurando o embargo comercial a seu estado original. Realmente, a lei não retornou em seu nível precedente porque permite o envio à Cuba de doações de alimentos e de produtos farmacêuticos, autoriza o intercâmbio cultural e o envio de dinheiro aos parentes de cubanos que vivem nos EUA.
Fidel Castro chama o embargo de “bloqueio” a fim de tentar mostrar que os EUA impedem o livre comércio com Cuba. Isso é totalmente falso. O embargo é simplesmente um dispositivo de não comercialização com os Estados Unidos. Cuba pode negociar com quem Cuba desejar, podendo mesmo adquirir produtos americanos no Panamá, no México ou no Canadá. Aliás, todos os hotéis turísticos de Cuba estão repletos de produtos norte-americanos.
Há alguns que pensam que o embargo fosse levantado, Castro faria mudanças democráticas ou passaria a respeitas ao menos dos direitos humanos básicos dos cidadãos cubanos. Vejamos. Durante a visita a Cuba do governador de Illinois, George Ryan, no mês e outubro de 1999, os jornalistas perguntaram a Castro: “Se o embargo dos Estados Unidos se levanta, ocorrerá em Cuba uma abertura democrática? A resposta do ditador foi categórica: NÃO! Nós não admitimos condições de nenhum tipo.Isso demonstra o que os cubanos sabem de memória mas que os não cubanos não sabem: Castro nunca consentirá em fazer alguma concessão política que diminua seu poder absoluto no país. O único que interessa a Castro lhe falar é com o presidente dos Estados Unidos e na base de que seu poder e sua dominação em Cuba seja intocável. Castro se considera o proprietário de Cuba. Esse é problema principal que temos em Cuba.
O embargo econômico é responsável pela falta de remédios e alimentos em Cuba? Absolutamente não. Cuba negocia com o mundo inteiro, menos com os Estados Unidos. Todos os remédios ou alimentos que Cuba quer adquirir, podem ser comprados do México, Canadá ou Panamá, para mencionar somente países próximos a Cuba. Além, os cubanos não têm um ou outro as medicinas que ocorrem em Cuba como a aspirina e os antibióticos porque simplesmente Castro exporta para outros países como Nicarágua e Equador que prevalecem deles a cidade Cuban.Além disso, é muito mais barato comprar remédios no México e no Canadá do que nos próprios EUA. Os remédios feitos nos Estados Unidos são em média 25% mais baratos naqueles países. Com alimentos acontece o mesmo. Responsabilizar o embargo pela falta dos alimentos em Cuba é totalmente ridiculo: onde estão as viandas, os vegetais, porcos, galinhas e ovos que em Cuba ocorrem quase selvagens e que eram sempre abundantes em Cuba? Alimentos básicos não têm qualquer coisa a ver com o embargo. A resposta é simples: Fidel Castro e o sistema econômico centralizado que foi imposto a Cuba por Castro arruinou a economia de Cuba. Expropriaram-se todas as terras e fazendas de Cuba, porém as terras continuam não produtivas. O próprio ministro da agricultura cubano reconheceu que 25% da terra estão cheia do mato porque não é usada. Não é permitido aos trabalhadores rurais cultiva-las. Responsabilizar aos Estados Unidos e o embargo por aquelas deficiências não é nada mais que um slogan para iludir quem não conhece a realidade cubana.
O orçamento de Cuba atribui um média de 4 milhão dólares ao ano para a importação de remédios. A União Européia doa a Cuba aproximadamente 10 milhão dólares em remédios e alimentos, e os Estados Unidos, com seu “embargo” e tudo, doaram ao país aproximadamente $472 milhões em remédios nos últimos 10 anos. Com essas quantidades de doações os cubanos teriam quantidades suficientes para satisfazer suas necessidades, mas onde estão esses remédios?Procure-os nos hospitais para os estrangeiros que pagam os serviços médicos em Cuba em dólares e nos hospitais usados pela elite política (e onde a população não pode ser atendida). Nesses hospitais e clínicas há todas os remédios.Também podem-se ser encontrados nas lojas para estrangeiros em que se vende exclusivamente em dólares.
MENSALÃO SOVIÉTICO SERVIU APENAS PARA CASTRO AUMENTAR A OPRESSÃO SOBRE O POVO
De modo que seria necessário manter o embargo?. Vejamos. De 1970 a 1991, Cuba receberam aproximadamente três bilhões de dólares ao ano de subsídios da União Soviética. Em todos estes anos, os cidadãos cubanos tiveram a oportunidade de comprar um par de sapatos por anos, mas nenhuma casa nova foi construída, nem mesmo o sistema de transporte coletivo foi melhorado, nem a livreta de racionamento foi abolida, e nem o padrão de vida da população melhorou. Então, nem com essa quantidade de bilhões de dólares que chegou às mãos de Fidel Castro não beneficiou em nada a população cubana. Ao contrário, foram usados apenas para reforçar o poder de Fidel Castro. Por exemplo: com esse dinheiro, Fidel criou o oitavo exército do mundo (imagine uma ilha de 110.000 quilômetros de quadrado e 10 milhões de habitantes com o oitavo exército do mundo!). Além disso, Castro torrou dinheiro em guerras na África, ou financiando a subversão na América Latina.
GUIA PARA NEGOCIAR COM CUBA
Interessante que o embargo econômico não inibe a venda de açúcar cubano no mercado internacional e tampouco os charutos Havana… Para charutos não há embargo… mas para produtos farmacêuticos há….. Para investidores estrangeiros aplicarem seu capital e lucrar em Cuba não há embargo. Aliás, o governo dá todas as garantias sobre propriedade intelectual, garantias de repactuação de capital e etc, como podemos verificar na própria página do governo cubano que se chama “Guia para NEGOCIAR EM CUBA”: http://www.camaracuba.cu/BusinessCuba/BusinessCuba_Index_es.htm
O governo cubano faz business com os capitalistas internacionais, empresas multinacionais se instalam lá, dão lucros para o governo…e para isso não há embargo, mas para produtos farmacêuticos há…
O mito cubano
Sim, os cubanos enfrentam escassezes abastecem, sim, os cubanos sofrem medicina de escassezes, partidários as concessões de regime de Fidel Castro. Sim, soma reconhecerá, nação de ilha uma vez nação de Caribe distante mais próspera você se tornou uma região a maioria empobreceu desde que o Castro assumiu. Mas não negligencia ganhos impressionantes que Cuba fez para erradicando fome que redistribui riqueza, saúde, educação, que alfabetização social executa, que os partidários de Castro replicam. E não esquece de raiz de ataque apoplético norte-americana os sofrimentos econômicos de Cuba. Se ataque apoplético não tinha esmagado a economia de Cuba, Cuba vai bem uma reunião social exemplar econômica. Na realidade, ataque apoplético cubano feriu economia cubana mas só marginalmente um calculou Milhões de Milhões de exportações anuais perdidas, enquanto outorgando melhores estimativas econômicas. Ataque apoplético norte-americano teve tal efeito modesto porque Cuba ainda foi comércio capaz com o Canadá, União européia, México, Japão, Rússia, a China outros, bem excesso receptor US$3-bilhão assistência estrangeira de ano U.S.S.R. (durante Guerra Fria) menos quantias outras nações. Só verdadeiro crente poderia atribuir o colapso econômico de Cuba um comércio de inabilidade com fato norte-americano, o colapso econômico de Cuba precedeu ataque apoplético 1962 norte-americano. Logo após Castro agarrou poder 1959, um imenso número os profissionais de gerentes talentosos fugiram país, enquanto incapacitando a habilidade de Cuba executam eficazmente. Para completa trabalho, o Castro trouxe plano econômico central Primeiro ruinoso Plano Econômico Social Natureza 1962 Socialista. Com seu mercado matadouro de sistema, país forçado introduz comida que raciona mesmo ano, nunca foi capaz restabeleça seu pre-revolução nivela produção. Este produtor de arroz uma vez-importante produz agora menos que fez meio século atrás, seus campos de arroz sendo meio produtivo esse neighbouring República Dominicana. Semelhantemente, Cuba produz menos agora para chupar que antes de fato de Revolução, menos que qualquer time como Grande Depressão. O milagre econômico de Castro sempre brincadeira, retórica que nunca sucede qualquer um exorta inspira os cubanos produzem socialismo de causas. A economia de fraude de Castro ficou evidente depois que União Soviética se desmoronou 1991, enquanto valendo segurador principal econômico. Dentro de três anos, economia cubana encolheu um-terço, nunca recupere. Com Cuba recusar pagamentos de interesse fazem
em suas US$12-bilhão dívidas externas volumosas, suas legiões fora as que os credores uma vez-encorajadores têm cortado. 2002, Serviço de dívida-avaliação mal-humorado reduziu Cuba está taxando Caa1 ¨P2 níveis especulativos”, muito pobre.” O ataque apoplético norte-americano não estripou nenhuma economia cubana, a polícia de Castro fez. Cubanos consumam agora menos comida que antes de Revolução, menos comida que os cidadãos qualquer outro país de americano latino. Com reais salários abaixo aproximadamente 50% desde 1989, deixando os trabalhadores com um pagamento comum 50 centavos por dia, uma pessoa oito agora clinicamente desnutrido. As rações de comida de Cuba conhecem menos que as necessidades alimentares de meio recipientes. Estado de artigos julga crianças de leite frescas dispensáveis, tais, esteve fora cortado. Fazer fins se encontrar, quase todo o mundo Cuba se tornou uma operadora que “faz empresarial”, ponha. Pensionistas cujo estipêndio mensal foi cortado $4, freqüentemente venda doces em cantos de rua. Meninas jovens se vendem freqüentemente. Revolução grande ganha alfabetização de saúde, esses, soe, fraudes de público-relações de arado. Castro declarou ignorância erradicou 1961, depois que um-ano Grande Campanha terminou “quatro ignorância de séculos.” Cuidado médico Cuba boa, mas só elite de governo de turistas que não quer nada. pobre não tenha acesso hospitais bons, quase qualquer droga a menos que leve dólares. Cuba superou constantemente só pessoas de número prenderam crimes políticos. Um calculou agora 100,000 arados prenderam 500,000 desde 1959, com milhares executados, que direitos humanos de acordo negociam. Começo de verão, tribunais cubanos condenaram três ativistas em caricaturas políticas autoridade de desprezo”, conduta inconveniente, resistindo a apreensão” depois tinham sido pegados Direitos humanos de Declaração estudando Universais. Eles foram tratados leniently: oração de três-ano. sessão de estudo de organizador, líder de direitos civis de médico, tinha recebido tempo de prisão de 25-ano mais cedo. Em Cuba, crime qualquer Castro quer seja. Ele não só tem criminalized direitos humanos de discussão mas economia de discussão; não só reclamação de cartas imprensa internacional mas reclamação de cartas o governo cubano. crime o amigo vil jurisdição de neighbouring relativa sem permissão de governo. Para dar flexibilidade de código criminal cubana, emendou o Castro proveja os cubanos de apreensão a “periculosidade” deles/delas outros atos” contra segurança estatal.” Tristemente, nenhum importa os partidários de Castro. Vai eles, quantia que sofre as pessoas cubanas pode limpar mito romântico Revolução cubana.
http://www.urban-renaissance.org/urbanren/index.cfm?DSP=content&ContentID=10834
A verdade sobre a Saúde Cubana – Medicina em Cuba
O sistema de saúde cubano é extremamente deficiente, ao contrário do que pensam e propalam muitos apoiadores do regime liberticida do estado cubano. Para sustentar minha tese, recorrerei a dados de instituições multilaterais internacionais, como OMS e UNESCO, organismos da ONU – Organização das Nações Unidas.
Dados da OMS – Organização Mundial de Saúde
Investimento por habitante com Saúde em Cuba : US$ 251,00 / habitante (http://www.who.int/countries/cub/en/)
Investimento por habitante com Saúde no Brasil : US$ 597,00 / habitante (http://www.who.int/countries/bra/en/)
Investimento por habitante com Saúde nos EUA : US$ 5,700 / habitante
http://www.who.int/countries/usa/en/
Ou seja, o Brasil gasta o dobro por habitante em Saúde que Cuba. E os EUA gastam 10 vezes mais que o Brasil, e 20 vezes mais por habitante que Cuba.
Gasto em Saúde como proporção do PIB
http://www3.who.int/whosis/country/compare.cfm?country=BRA&indicator=TotEOHPctOfGDP&language=english
EUA – 15,2%
Canadá – 9,9%
Argentina – 8.9%
Brasil – 7.,6%
Cuba fica atrás de El Salvador, Suriname, Uruguay, Argentina, Brasil, Colômbia, Panamá, Haiti e Costa Rica, com 7,3%
Comparação
Expectativa de Vida Expectativa de vida ao nascimento
Cuba 80 / 75 67,1 / 69,5
Costa Rica 80 /75 65,2 / 69,3
Argentina 78 / 71 62,7 / 68,1
Chile 81 / 74 64,9 / 69,7
Fonte : OMS Cuba http://www.who.int/countries/cub/en/
Costa Rica http://www.who.int/countries/cri/en/
Argentina http://www.who.int/countries/arg/en/
Chile http://www.who.int/countries/chl/en/
Conclusão: Cuba não é o melhor sistema de Saúde da América Latina. Seus indicadores são similares a de muitos outros países da América do Sul. Em outros, como em investimento percapita de saúde, é bem inferior inclusive aos apresentados pelo Brasil.
uba já tinha excelentes indicadores sociais relativos a Saúde antes da Revolução. Então, pergunta-se: por quê usam esses atuais para louvar a revolução?
Cuba exporta quase 30% de sua população para os EUA
Todos os países da América Latina, sobretudo Chile e Argentina, não tiveram mensalão da ex-URSS e mesmo assim tem indicadores de saúde e educação melhores que os cubanos, mesmo com populações que crescem constantemente, ao contrário de Cuba, que “exportou” quase 30% da população para os EUA.
Cuba vive de mesada e de propaganda. Quando acabou a mesada da ex-URSS, acabou o paraíso. Agora vive de mesadinha da Venezuela. País mimado, governado por um mimado filhinho de papai advindo da aristocracia rural cubana – Fidel Castro – e que só produz produtos elitistas e comprados por mega-empresários – charutos HAVANA!
Dados da UNESCO
Costa Rica – expectativa média de vida – 79
(http://www.uis.unesco.org/profiles/EN/EDU/countryProfile_en.aspx?code=1880)
Cuba – expectativa média de vida – 77
(http://www.uis.unesco.org/profiles/EN/EDU/countryProfile_en.aspx?code=1920)
Fertilidade : Cuba 1,6 filhos/mulher
Costa Rica : 2,6 filhos/mulher
Crianças em idade escolar fora da escola
Cuba – 3%
Costa Rica – ZERO%
Brasil – 3%
Argentina – 1%
(http://www.uis.unesco.org/profiles/EN/EDU/countryProfile_en.aspx?code=320)
Chile – ZERO %
(http://www.uis.unesco.org/profiles/EN/EDU/countryProfile_en.aspx?code=1520)
Desempenho dos alunos cubanos no TIMSS
Os dados aqui mostram também que a educação cubana é outra falácia. Seus alunos nem ao menos se classificam para provas de avaliação de desempenho aplicados pela ONU. Vergonhoso.
O teste quadri-anual que é feito pela UNESCO chama-se TIMSS, e os alunos cubanos não conseguiram nem classificação para entrar no ranking..
Os campeões nesses rankings são Cingapura, Coréia, República Checa , Japão, Bulgária, Eslovênia, Bélgica (fl.), Áustria, Hungria, Países Baixos, Inglaterra, República Eslovaca, Estados Unidos, Austrália, Alemanha, Canadá, Irlanda, Tailândia, Suécia
Fonte :
http://isc.bc.edu/PDF/t03_download/T03_M_Chap2.pdf
http://isc.bc.edu/timss2003i/intl_reports.html
Bom, os dados que temos aqui mais uma vez mostram que o sistema de saúde cubano é inferior ao de outros países da América Latina. O que se usa internacionalmente para comprar os países é o gasto como proporção do PIB. Então vamos aos dados:
Do mesmo World Helth Document Report 2006, verificamos no segmento de estatísticas, que pode ser obtido neste link: http://www.who.int/whr/2006/annex/06_annex2_en.pdf , os seguintes percentuais de gasto em Saúde como proporção do PIB:
Gastos totais em Saúde como proporção do PIB
1999 2000 2001 2002 2003
Cuba 6,9 7 7,1 7,2 7,3
Costa rica 6 6,3 6,8 7,2 7,3
Argentina 9,1 8,9 9,5 8,6 8,9
Brasil 7 ,8 7,7 7,8 7,7 7,6
Grã-Bretanha 7,2 7,3 7,5 7,7 8
EUA 13,1 13,3 14 14,7 15,2
Portanto, Cuba investe mais ou menos a mesma coisa que os demais países, como proporção do PIB, em seu sistema de Saúde. Aqui cabe uma pergunta: onde estão os recursos economizados, porque a população não tem nem papel higiênico e é submetida faz 50 anos à livreta de racionamento? Onde é que o socialismo enfia os recursos economizados no sistema de Saúde?
Como Cuba faz para gastar tão pouco em seu sistema de saúde: pagando salários miseráveis para médicos
Além disso, poderíamos aludir as razões pelas quais se gasta tão pouco em Cuba com saúde da população: um médico cubano ganha em torno de US$ 200 dólares por ano. Um inglês em torno de US$ 100 mil dólares! Um americano mais ou menos isso, em início de carreira. Um brasileiro ou argentino em torno de US$ 50 mil dólares / ano.
Os médicos cubanos nunca viram um equipamento de tomografia computadorizado, mas os ingleses, americanos e brasileiros e argentinos tem isso em seus hospitais públicos, como tem coisas prosaicas que são negadas aos cubanos pobres, como aspirinas, analgésicos, anti-bióticos.
Sendo assim, estamos vendo como fica fácil reduzir custos. E se reduziu? Aplicou em que o excedente, porque a população nem papel higiênico tem? Onde está? Será que a fortuna de milhões de dólares do Fidel explica isso?
Além disso, é preciso considerar que Cuba tem uma população estável em torno de 11 milhões de habitantes, sendo os demais países em geral tem populações crescentes. Como se não bastasse, você compara um país como Cuba com 11 milhões de habitantes com os EUA, que tem uma população quase 30 vezes maior, ou com a Inglaterra, com 9 vezes maior. Já que você gosta de cálculos, pegue em números absolutos. Agora, me fale dos indicadores de Saúde da Etipia, de Moçamique, ou da maioria dos páises africanos que foram regimes socialistas até o final da década de 90, sob a influência da ex-URSS. E daí?
Indicadores de expectativa de vida
Estamos falando de eficiência de sistemas públicos de saúde, que tem peso significativo na economia. Aliás, como proporção do PIB, o gasto de Saúde cubano é similar (em torno de 7%) ao de outros sistemas de saúde da América Latina.
Porém pode ter algumas pistas porque o gasto com saúde é tão baixo em Cuba, compare o salário de um médico cubano (em torno de US$ 250,00/ano) com o salário de um médico em qualquer outro país (em torno de US$ 50 mil/ano). Compare os salários dos trabalhadores em outros países e verifique os salários dos trabalhadores cubanos.
Médicos cubanos ganham três vezes menos que um beneficio do Bolsa Família
Nunca é demais falar que um beneficiário do Bolsa Família brasileiro ganha por mês, só de benefícios estatais, umas três vezes o que ganha um médico cubano. Verifique que você não tem nem aspirina nas farmácias estatais cubanas (reduções de custo?), verifique que não existem anestesias e diversos outros remédios que obrigam os médicos cubanos promover amputações de membros por falta de medicamentos…então…coloque tudo isso na conta e vai ver como é fácil gastar 250 dólares por ano em saúde por habitante. Interessante que os EUA gastam 22 vezes mais por cidadão em Saúde, e Cuba que é “SOCIALISTA”. Interessante que o médico cubano ganha US$ 250,00/ano e vive no país onde supostamente não existe exploração do homem pelo homem, e os coitados dos médicos explorados em outros países ganham em média 200 vezes mais.
Ineficiência do sistema cubano de Saúde.
Já verificamos que o gasto por habitante em saúde nos países é proporcional a renda.
Vamos pegar dois países latinos americanos para comparação. Cuba (o mais socialista da AL) e Chile (o mais capitalista da AL).
Muito bem, em termos de indicadores de Saúde, o Chile empata com Cuba na maioria dos indicadores.
Vejamos
Chile : http://www.who.int/countries/chl/en/)
Life expectancy at birth m/f (years): 74.0/81.0
Healthy life expectancy at birth m/f (years, 2002): 64.9/69.7
Child mortality m/f (per 1000): 10/9
Adult mortality m/f (per 1000): 133/66
Total health expenditure per capita (Intl $, 2003): 707
Total health expenditure as % of GDP (2003): 6.1
Cuba : (http://www.who.int/countries/cub/en/)
Total population: 11,269,000
GDP per capita (Intl $, 2004): 3,649
Life expectancy at birth m/f (years): 75.0/80.0
Healthy life expectancy at birth m/f (years, 2002): 67.1/69.5
Child mortality m/f (per 1000): 8/7
Adult mortality m/f (per 1000): 131/85
Total health expenditure per capita (Intl $, 2003): 251
Total health expenditure as % of GDP (2003): 7.3
Agora vejamos a quantidade de profissionais de saúde em cada país:
Cuba (http://www3.who.int/whosis/core/core_select_process.cfm?country=cub&indicators=healthpersonnel&intYear_select=all&language=en)
Chile (http://www3.who.int/whosis/core/core_select_process.cfm?country=chl&indicators=healthpersonnel&intYear_select=all&language=en#)
CubaMédicos (density per 1 000 population) 5.91
Enfermeiros (density per 1 000 population) 7.44
Dentistas (density per 1 000 population) (?) 0.87
Chile
Médicos (density per 1 000 population) 1.09
Enfermeiros (density per 1 000 population) 0.63
Dentistas (density per 1 000 population) 0.43
Desses dados concluímos que Cuba precisa de 5,4 mais médicos, 11,8 mais enfermeiros e o dobro de dentistas, para cada grupo de mil habitantes, para obter os mesmos resultados de Saúde que o Chile.
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