Neoliberalismo

Liberdade para os povos

A liberdade está batendo à porta de Cuba

Fidel, nada além de uma um totem socialista que cai (e que não vai fazer falta alguma, aliás, sua ausência vai fazer é muito bem, sobretudo para o povo cubano).  A saída de Fidel Castro do poder de Cuba é uma notícia auspiciosa, neste 19 de fevereiro de 2008. A renúncia se dá mais por absoluta incapacidade física de exercer o Poder – tendo em vista seu precário estado de saúde – do que alguma concessão á liberdade e emancipação do povo cubano. 

 

Cuba é uma propriedade de Fidel Castro e de sua família. Fidel já era filho de latifundiários antes de se tornar ditador eterno de Cuba. Mas apenas um latifúndio entre tantos cubanos. Hoje, 50 anos depois, é proprietário do maior latifúndio improdutivo do planeta Terra – Cuba. Tanto é assim, que o comando da fazenda está sendo transferido para seu irmão. Um exemplo de transmissão de poder familiar  Qualquer semelhança com as transições de grandes conglomerados empresariais de comando familiar, ou de monarquias absolutistas não é mera coincidência. De fato, Cuba é uma mistura de regime monárquico, porém, o território inteiro é de propriedade da família de Castro. 

 

Transição para a Democracia 

 A renúncia do ditador cubano é a “solução biológica” que há muito esperavam os cubanos – ansiosos por liberdade – e os que militam pela ampliação do neoliberalismo na América Latina, entre os quais os refugiados cubanos em Miami. 

 

O regime cubano é anacrônico em todos os sentidos, entretanto o conservadorismo e o reacionarismo de Fidel impediram que os ventos de modernização chegassem a Cuba, ainda na década de 90. A situação geográfica da ilha – o que dificulta, em muito, as fugas – facilitou a vida do ditador. Entretanto, Raul não é Fidel e não tem seu carisma. Além disso, já declarou que pretende iniciar um processo de flexibilização e liberalização da economia cubana. O processo de liberalização já se iniciou  Os primeiros setores devem ser o mercado imobiliário e o de automóveis. Deve seguir o exemplo das recentes transições do comunismo para o capitalismo – inicia-se a liberalização econômica, e, posteriormente, criam-se os direitos políticos. 

 

Economia de Mercado.

 

Os Estados Unidos da América já tem um plano estratégico para auxiliar Cuba em seu processo rumo à Democracia e a Economia de Mercado. Para tanto, são necessários a criação de um Banco Central independente; a criação de um sistema financeiro em Cuba, com a participação de bancos privados; extinção dos tribunais de exceção – que podem declarar penas de morte em menos de 1 dia, e criação de um Poder Judiciário independente em Cuba; criação de uma nova Constituição, que garanta os Direitos Humanos fundamentais, como o de ir e vir, o de livre consecução de contratos, o direito de propriedade, da intimidade, da privacidade, entre outros não conhecidos pelo cidadão cubano. 

 

O importante papel dos Estados Unidos da América

 

Os Estados Unidos devem também disponibilizar linhas de financiamento para a reconstrução dos Hospitais e Escolas cubanas – em péssimo estado de conservação – assim como no investimento em infra-estrutura física e de tecnologia de informação. Com o auxílio dos Estados Unidos da América, Cuba poderá se tornar, em breve, um país desenvolvido econômica, social e tecnologicamente, com benefícios para seus cidadãos e para o mundo, que estará assistindo a mais uma – entre tantas – quedas de um regime liberticida, genocida e despótico o comunismo. 

 

Conclusão 

 O processo de transição em Cuba é um plano de médio prazo, e que só terá sucesso com o auxílio dos Estados Unidos da América. No momento em que forem convocadas eleições livres, os EUA imediatamente suspenderão o embargo comercial – o que permitirá a Cuba comercializar com os Estados Unidos, e, além disso, ter acesso às fabulosas linhas de financiamento existentes nos EUA para reconstrução do país devastado pelo comunismo.  A liberdade está à porta de Cuba. Em breve estará dentro de Cuba. A liberdade triunfou sobre o totalitarismo. Mais uma vez.

Fevereiro 19, 2008 Publicado por Kassia Tavares | Cuba | | 5 Comentários

Os liberais precisam estar no ESTADO

Estive pensando em uma estratégia para derrotarmos os esquerdistas definitivamente. Acho que é uma estratégia que pode dar ótimos resultados, porém, precisamos tomar alguns cuidados.
Ficar discutindo nesses fóruns eletrônicos, detonando os esquerdinhas pode ser divertido, mas nos trás poucos resultados práticos.

Então, o que, nós, anti-esquerdistas e alinhados com o pensamento liberal devemos fazer?

Simples: adotar uma estratégia gramasciana, só que para nossos propósitos.

Os fatos:

1. Sabemos que somos superiores intelectualmente. As discussões, aqui no Orkut, deixam claríssima essa questão.

2. Sabemos que somos mais inteligentes e capazes que qualquer esquerdinha, pois, do contrário, não seríamos liberais.

3. Os esquerdinhas, por outro lado, apesar de mais limitados intelectualmente, procuram empregos públicos, onde, após obterem estabilidade, ficam fazendo proselitismo político.

A estratégia:

1. Os liberais devem se esforçar e colocar como meta, PASSAR EM CONCURSOS PÚBLICOS, desde os cargos mais baixos, até os mais elevados!

2. Uma vez dentro do Estado, começarmos a disseminar a ideologia liberal, e pautar sua atuação em função de sua ideologia! Exemplo: tratar bem os cidadãos, trabalhar sempre pensando em melhorar a eficiência, e ir fazendo a cabeça dos demais com a ideologia LIBERAL.

3. NÃO SE SINDICALIZAR EM HIPÓTESE ALGUMA! Pois, do contrário, poderemos ser atingidos pela doença esquerdista.

4. Reservar uma parte do salário e aplicar REGULARMENTE na Bolsa! Pois quem aplica em Bolsa de Valores está sempre em contato com os valores liberais de mercados livres, e torcendo por privatizações, e menos tributação.

Os resultados de longo prazo:

Se o Estado brasileiro for tomado por LIBERAIS – e isso é perfeitamente possível – e sabemos que quem manda é do TERCEIRO escalão para baixo, o Brasil entrará numa rota inexoravel em direção a um capitalismo lassaiz-fair em na acepção da palavra, e não esse simulacro de capitalismo que temos no Brasil.

Eu já estou colocando em prática essa estratégia.

Além disso, estive observando, os salários em cargos bons do estado estão muito elevados, então, uma estratégia como essa pode até nos fazer bem financeiramente.

Mas todo o cuidado é pouco: NÂO PODEMOS NOS DEIXAR INFLUENCIAR PELAS IDÉIAS ESQUERDISTAS que permeiam o estado, e por isso são importantes não se sindicalizar e investir na Bolsa.

Eu, confesso, já estou com minha estratégia em prática! Saí do meu emprego em Banco e passei no concurso da Receita Federal, como auditora fiscal! Estou concluindo um curso de Direito e vou, depois, partir para Procuradoria Geral da República!

Mas, enquanto na SRF acho que tenho muito trabalho!

- Sou uma das poucas a comemorar o fim da CPMF! Mas estou convencendo mais e mais pessoas que foi a melhor coisa que aconteceu.

- Estou difundindo dentre os meus colegas a importância da aprovação do Código de Defesa do Contribuinte. Muitos eram contrários, mas, agora, já estão olhando com outros olhos.

- Pouco a pouco vou difundindo valores LIBERAIS – como a importância das privatizações.

- Sempre pauto minha atuação como pró-contribuinte, e não pró-estado! É claro que não vou fazer nada fora da legalidade, pois isso pode me custar o emprego, mas, quando existe espaço para interpretações, ou decisões, procuro sempre pensar em como beneficiar os contribuintes – sejam empresários, pessoas físicas e etc!

Garanto que a estratégia tem dado certo! É pouco, se formos muitos liberais no estado brasileiro podermos mudar o Brasil no médio, longo prazo, conseguirmos as privatizações, a diminuição da carga tributária, a proteção dos direitos de propriedade, o fim das regulamentações.

Além disso, precisamos em todos os poderes! Liberais no Judiciário são fundamentais, pois juízes, promotores de desembargadores liberais poderão proteger a propriedade privada!

Enfim, essa estratégia é viável e pode dar certo.

Fevereiro 2, 2008 Publicado por Kassia Tavares | Economia | | 3 Comentários