Criminalização do mercado de drogas e violência pública
Criminalização do mercado de drogas e violência pública
Um estudo da ESALQ verificou a correlação entre mercado de drogas ilícitas e violência, e constatou que é possível afirmar que o comércio ilegal de drogas é um dos principais responsáveis pela criminalidade brasileira.
Isso mostra que a solução do problema de segurança pública brasileira passa NECESSARIAMENTE por uma abordagem LIBERAL: apenas com a ampla, geral e irrestrita liberalização do comércio e produção de drogas no Brasil teremos uma solução plausível para o problema de criminalidade.
A tentativa de coibir, pela violência de Estado, o desenvolvimento de um mercado como o de drogas gera a violência, mortes e assassinatos, pois trata-se de uma estratégia SOCIALISTA! E, como toda medida socialista, gera miséria, violência e degradação da pessoa humana, além de violações dos Direitos Humanos!
http://www.cepea.esalq.usp.br/pdf/drogas_crime.pdf
[i]“O objetivo deste estudo foi investigar empiricamente e sob o enfoque econômico a influência do mercado de drogas ilícitas sobre a criminalidade dos estados brasileiros. Os resultados fornecem evidências empíricas que permitem dar sustentação para a hipótese de que a o mercado de drogas que se desenvolveu no país é um dos principais responsáveis pela alta criminalidade que atinge a sociedade brasileira.”[/i]
[i]“Os resultados indicaram que, quanto mais aquecido for o mercado de trabalho, menor será a criminalidade. Isso possivelmente ocorre devido ao efeito positivo de melhores condições no mercado de trabalho sobre o custo de oportunidade do crime.”[/i]
[i]“A hipótese de que o mercado de drogas implica criminalidade é plausível.”[/i]
O benefício do agronegócio para o Brasil: aspectos macroeconômicos e sociais
MST x Agronegócio: quem faz mais pelo Brasil?
http://www.cepea.esalq.usp.br/pdf/Cepea_Artigo_geraldo_JP.pdf
http://cepea.esalq.usp.br/tbt/?id_page=329
O estudo da CEPEA – Centro de Estudos Avançados
em Economia Aplicada – da ESALQ (Escola da Agricultura Luiz de Queiroz / USP), não deixa dúvidas: foi o liberalismo aplicado ao campo, apesar da destruição provocada pelo MST!
Segundo tal estudo, o sucesso da agricultura empresarial derrubou os preços ao consumidor dos alimentos em 40% entre 1994 e 2005. Só esta queda tem um impacto fundamental na redução da SELIC e no melhoramento da vida das classes mais pobres. O barateamento da comida beneficia principalmente as classes C, D e , representando, em termos de transferência de renda, algo como R$ 1 trilhão, dinheiro apropriado diretamente pelos setores empobrecidos da população, e transformado em aumento de poder aquisitivo de bens e serviços.
Nenhum programa social do governo – nem mesmo o Bolsa Família,, foi tão poderoso para a melhora das condições de vida dos mais pobres que a oferta de comida barata, e isso só foi possível com a aplicação de muito liberalismo à agricultura, competição empresarial e busca pelo lucro das empresas de agronegócios. E o que fez o MST no período para ajudar a população pobre? Resposta: nada! Ao contrário, se não fosse o MST, provavelmente os pobres estariam em melhor situação ainda! A combinação de inventivos gerais para o aumento da produção com desenvolvimentos de tecnologia aplicada fez mais pelo bem estar da sociedade que todo o dirigismo concebido pelos burocratas do governo.
-
Recentes
- O socialismo petroleiro latino-americano está com os dias contados
- A liberdade está batendo à porta de Cuba
- Os liberais precisam estar no ESTADO
- As contradições do socialismo
- Entrevista do Reinaldo Azevedo
- Uma imagem: mais do que mil palavras
- Cuba é um típico estado FASCISTA
- Lula e seus militantes amestrados
- As pessoas migram dos países menos neoliberais para os mais neoliberais
- Fidel Castro não sabe nada de Economia!
- Depoimento de uma ENTUSIASTA de Cuba
- Violações dos Direitos Humanos em Cuba
-
Links
-
Arquivos
- Outubro 2008 (1)
- Fevereiro 2008 (2)
- Dezembro 2007 (3)
- Novembro 2007 (1)
- Setembro 2007 (1)
- Julho 2007 (2)
- Junho 2007 (5)
- Maio 2007 (1)
- Março 2007 (2)
- Fevereiro 2007 (35)
-
Categorias
-
RSS
Entradas RSS
Comentários RSS

