O socialismo petroleiro latino-americano está com os dias contados
A crise nos mercados financeiros – a qual está sendo competentemente enfrentada pelos governos dos Estados Unidos da América e da União Européia – tem pelo menos um aspecto positivo: colocar em xeque o modelo de ditaduras latino-americanas baseadas em populismo-petroleiro.
Sim, estou falando de Venezuela, Equador, Bolívia, cujos governos ditatoriais usam as imensas inversões decorrentes da exportação de petróleo para solapar a Democracia. Ao invés de promoverem a Educação e a Saúde em seus países, ditadores como Chavez preferem financiar regimes e ditadores moribundos como o regime de Cuba e sua dinastia dos irmãos Castro (imperadores de Cubam milionários, enquanto o povo cubano amarga a miséria e a degradação, quando não o sentimento de pena do mundo inteiro que não se conforma de ver um povo vivendo como escravo – o cubano médio não passa de um escravo do regime dos imperadores Castro).
Cuba hoje e sempre nunca teve condições de se manter por conta própria. Durante mais de 30 anos posteriores à revulção de Castro recebeu mesada da ex-URSS (que o inferno a tenha), e agora, modernamente, estava sendo financiada pelo povo venezuelano, tendo em vista que Hugo Chavez envia milhões de dólares por mês para Cuba.
Pois bem, só que Chavez poderia brincar de socialismo com petróleo a US$ 150,00 o barril. Mas, hoje, o petróleo está em US$ 70,00, e com o barril abaixo de US$ 105,00 a economia venezuelana entrará em colapso em pouco tempo, pois o défict em conta-corrente explodirá, e não permitirá mais ao governo manter nem seus programas populito-assistencialistas e muito menos a mesada para governos amigos, e, muito menos financiar escolas de samba no Brasil.
Mas e aí o regime ditatorial cubano se defrontará com um duplo-problema: não terá mais a figura enganadora de Fidel Castro (Raul não é nem sombra do irmão) e não terá a mesada dos amigos como Chavez, que também está com a popularidade em queda livre na Venezuela.
O povo cubano que já sofre a miséria, depara-se com a democracia como escolha, e aí poderá ter o auxílio dos Estados Unidos da América, caso optem por tirar do poder seus ditadores e optarem pela Democracia e pela Economia de Mercado Capitalista (Liberdade).
Em muito em breve veremos Cuba liberta!
A liberdade está batendo à porta de Cuba
Fidel, nada além de uma um totem socialista que cai (e que não vai fazer falta alguma, aliás, sua ausência vai fazer é muito bem, sobretudo para o povo cubano). A saída de Fidel Castro do poder de Cuba é uma notícia auspiciosa, neste 19 de fevereiro de 2008. A renúncia se dá mais por absoluta incapacidade física de exercer o Poder – tendo em vista seu precário estado de saúde – do que alguma concessão á liberdade e emancipação do povo cubano.
Cuba é uma propriedade de Fidel Castro e de sua família. Fidel já era filho de latifundiários antes de se tornar ditador eterno de Cuba. Mas apenas um latifúndio entre tantos cubanos. Hoje, 50 anos depois, é proprietário do maior latifúndio improdutivo do planeta Terra – Cuba. Tanto é assim, que o comando da fazenda está sendo transferido para seu irmão. Um exemplo de transmissão de poder familiar Qualquer semelhança com as transições de grandes conglomerados empresariais de comando familiar, ou de monarquias absolutistas não é mera coincidência. De fato, Cuba é uma mistura de regime monárquico, porém, o território inteiro é de propriedade da família de Castro.
Transição para a Democracia
A renúncia do ditador cubano é a “solução biológica” que há muito esperavam os cubanos – ansiosos por liberdade – e os que militam pela ampliação do neoliberalismo na América Latina, entre os quais os refugiados cubanos em Miami.
O regime cubano é anacrônico em todos os sentidos, entretanto o conservadorismo e o reacionarismo de Fidel impediram que os ventos de modernização chegassem a Cuba, ainda na década de 90. A situação geográfica da ilha – o que dificulta, em muito, as fugas – facilitou a vida do ditador. Entretanto, Raul não é Fidel e não tem seu carisma. Além disso, já declarou que pretende iniciar um processo de flexibilização e liberalização da economia cubana. O processo de liberalização já se iniciou Os primeiros setores devem ser o mercado imobiliário e o de automóveis. Deve seguir o exemplo das recentes transições do comunismo para o capitalismo – inicia-se a liberalização econômica, e, posteriormente, criam-se os direitos políticos.
Economia de Mercado.
Os Estados Unidos da América já tem um plano estratégico para auxiliar Cuba em seu processo rumo à Democracia e a Economia de Mercado. Para tanto, são necessários a criação de um Banco Central independente; a criação de um sistema financeiro em Cuba, com a participação de bancos privados; extinção dos tribunais de exceção – que podem declarar penas de morte em menos de 1 dia, e criação de um Poder Judiciário independente em Cuba; criação de uma nova Constituição, que garanta os Direitos Humanos fundamentais, como o de ir e vir, o de livre consecução de contratos, o direito de propriedade, da intimidade, da privacidade, entre outros não conhecidos pelo cidadão cubano.
O importante papel dos Estados Unidos da América
Os Estados Unidos devem também disponibilizar linhas de financiamento para a reconstrução dos Hospitais e Escolas cubanas – em péssimo estado de conservação – assim como no investimento em infra-estrutura física e de tecnologia de informação. Com o auxílio dos Estados Unidos da América, Cuba poderá se tornar, em breve, um país desenvolvido econômica, social e tecnologicamente, com benefícios para seus cidadãos e para o mundo, que estará assistindo a mais uma – entre tantas – quedas de um regime liberticida, genocida e despótico o comunismo.
Conclusão
O processo de transição em Cuba é um plano de médio prazo, e que só terá sucesso com o auxílio dos Estados Unidos da América. No momento em que forem convocadas eleições livres, os EUA imediatamente suspenderão o embargo comercial – o que permitirá a Cuba comercializar com os Estados Unidos, e, além disso, ter acesso às fabulosas linhas de financiamento existentes nos EUA para reconstrução do país devastado pelo comunismo. A liberdade está à porta de Cuba. Em breve estará dentro de Cuba. A liberdade triunfou sobre o totalitarismo. Mais uma vez.
Os liberais precisam estar no ESTADO
Estive pensando em uma estratégia para derrotarmos os esquerdistas definitivamente. Acho que é uma estratégia que pode dar ótimos resultados, porém, precisamos tomar alguns cuidados.
Ficar discutindo nesses fóruns eletrônicos, detonando os esquerdinhas pode ser divertido, mas nos trás poucos resultados práticos.
Então, o que, nós, anti-esquerdistas e alinhados com o pensamento liberal devemos fazer?
Simples: adotar uma estratégia gramasciana, só que para nossos propósitos.
Os fatos:
1. Sabemos que somos superiores intelectualmente. As discussões, aqui no Orkut, deixam claríssima essa questão.
2. Sabemos que somos mais inteligentes e capazes que qualquer esquerdinha, pois, do contrário, não seríamos liberais.
3. Os esquerdinhas, por outro lado, apesar de mais limitados intelectualmente, procuram empregos públicos, onde, após obterem estabilidade, ficam fazendo proselitismo político.
A estratégia:
1. Os liberais devem se esforçar e colocar como meta, PASSAR EM CONCURSOS PÚBLICOS, desde os cargos mais baixos, até os mais elevados!
2. Uma vez dentro do Estado, começarmos a disseminar a ideologia liberal, e pautar sua atuação em função de sua ideologia! Exemplo: tratar bem os cidadãos, trabalhar sempre pensando em melhorar a eficiência, e ir fazendo a cabeça dos demais com a ideologia LIBERAL.
3. NÃO SE SINDICALIZAR EM HIPÓTESE ALGUMA! Pois, do contrário, poderemos ser atingidos pela doença esquerdista.
4. Reservar uma parte do salário e aplicar REGULARMENTE na Bolsa! Pois quem aplica em Bolsa de Valores está sempre em contato com os valores liberais de mercados livres, e torcendo por privatizações, e menos tributação.
Os resultados de longo prazo:
Se o Estado brasileiro for tomado por LIBERAIS – e isso é perfeitamente possível – e sabemos que quem manda é do TERCEIRO escalão para baixo, o Brasil entrará numa rota inexoravel em direção a um capitalismo lassaiz-fair em na acepção da palavra, e não esse simulacro de capitalismo que temos no Brasil.
Eu já estou colocando em prática essa estratégia.
Além disso, estive observando, os salários em cargos bons do estado estão muito elevados, então, uma estratégia como essa pode até nos fazer bem financeiramente.
Mas todo o cuidado é pouco: NÂO PODEMOS NOS DEIXAR INFLUENCIAR PELAS IDÉIAS ESQUERDISTAS que permeiam o estado, e por isso são importantes não se sindicalizar e investir na Bolsa.
Eu, confesso, já estou com minha estratégia em prática! Saí do meu emprego em Banco e passei no concurso da Receita Federal, como auditora fiscal! Estou concluindo um curso de Direito e vou, depois, partir para Procuradoria Geral da República!
Mas, enquanto na SRF acho que tenho muito trabalho!
- Sou uma das poucas a comemorar o fim da CPMF! Mas estou convencendo mais e mais pessoas que foi a melhor coisa que aconteceu.
- Estou difundindo dentre os meus colegas a importância da aprovação do Código de Defesa do Contribuinte. Muitos eram contrários, mas, agora, já estão olhando com outros olhos.
- Pouco a pouco vou difundindo valores LIBERAIS – como a importância das privatizações.
- Sempre pauto minha atuação como pró-contribuinte, e não pró-estado! É claro que não vou fazer nada fora da legalidade, pois isso pode me custar o emprego, mas, quando existe espaço para interpretações, ou decisões, procuro sempre pensar em como beneficiar os contribuintes – sejam empresários, pessoas físicas e etc!
Garanto que a estratégia tem dado certo! É pouco, se formos muitos liberais no estado brasileiro podermos mudar o Brasil no médio, longo prazo, conseguirmos as privatizações, a diminuição da carga tributária, a proteção dos direitos de propriedade, o fim das regulamentações.
Além disso, precisamos em todos os poderes! Liberais no Judiciário são fundamentais, pois juízes, promotores de desembargadores liberais poderão proteger a propriedade privada!
Enfim, essa estratégia é viável e pode dar certo.
As contradições do socialismo
Neste artigo, irei desconstruir o artigo “Porquê o Socialismo”, escrito pelo Físico Albert Einstein, em 1949, e, no decorrer do texto, apontar algumas contradições da formulação socialista.
http://www.monthlyreview.org/598einst.htm
Porquê o Socialismo?
por Albert Einstein
[i]”Será aconselhável para quem não é especialista em assuntos económicos e sociais exprimir opiniões sobre a questão do socialismo? Eu penso que sim, por uma série de razões.”[/i]
Eu penso que não. Apesar que defendo o direito de cada um opinar sobre o que bem entende. Entretanto, economia é uma questão algo complexa, de modo que um leigo certamente incorrerá em algumas bobagens ao tratar do assunto. Aliás, é exatamente por isso que os “socialistas”, em sua imensa maioria, são leigos em Economia. É claro que alguém com um conhecimento mínimo de Economia não será um socialista. É freqüente esquerdinhas acharem que existe a possibilidade de existir algum tipo de economia que não a de mercado, uma economia socialista, por exemplo, onde não haveriam restrições de oferta, ou de insumos, ou de qualquer tipo de recursos. É engraçado quando vejo isso escrito – e olhe que é comum. Acho engraçado pois quando leio vejo que o sujeito que escreveu está tão distante da compreensão de como funciona o sistema econômico, mas simultaneamente não se esforça para compreende-lo, e, pior, acha que pode criticá-lo sem entende-lo. Os esquerdinhas, TODOS, não sabem como funciona o capitalismo. Simplesmente não sabem, não tem a menor idéia. Não sabem o que é uma dinâmica de mercado, não sabem o que são preços, não sabem o que é e quais as leis mais básicas da moeda, não sabem para que serve um banco comercial, nem um banco central, não sabem para que serve a Bolsa de Valores e nem o mercado de capitais, nem os mercados primários de títulos públicos, nem política monetária, nem sistema tributário, nem nada! Eles não tem a mais vaga noção desses conceitos, e mesmo assim acham que podem criticar o capitalismo! Não é engraçado?
[i]Consideremos antes de mais a questão sob o ponto de vista do conhecimento científico. Poderá parecer que não há diferenças metodológicas essenciais entre a astronomia e a economia: os cientistas em ambos os campos tentam descobrir leis de aceitação geral para um grupo circunscrito de fenómenos de forma a tornar a interligação destes fenómenos tão claramente compreensível quanto possível. Mas, na realidade, estas diferenças metodológicas existem. A descoberta de leis gerais no campo da economia torna-se difícil pela circunstância de que os fenómenos económicos observados são frequentemente afectados por muitos factores que são muito difíceis de avaliar separadamente. Além disso, a experiência acumulada desde o início do chamado período civilizado da história humana tem sido – como é bem conhecido – largamente influenciada e limitada por causas que não são, de forma alguma, exclusivamente económicas por natureza.[/i]
Essa é uma questão superada. Começa pelo fato de que, na época em que Einstein formulou sua Teoria da Relatividade, a Ciência Econômica praticamente não existia como tal. Nem mesmo o conceito de macro-economia, ou seja, a teoria dos agregados macro-econômicos tinha sido formulada, tendo em vista que esse instrumento teórico veio com Keynes. Como se não bastasse, o desenvolvimento ulterior da Ciência Econômica, sobretudo após a formulação de JF Nash, A Teoria dos Jogos e o Equilíbrio de Nash, é completamente revolucionário em termos de conhecimento econômico, e é posterior ao artigo. Ademais, o que evoluiu a ciência econômica nos últimos 30 anos é algo descomunal. Desse modo, tais argumentos mostram que tal artigo é apenas uma relíquia histórica sem qualquer validade científica.
[i]Por exemplo, a maior parte dos principais estados da história ficou a dever a sua existência à conquista. Os povos conquistadores estabeleceram-se, legal e economicamente, como a classe privilegiada do país conquistado. Monopolizaram as terras e nomearam um clero de entre as suas próprias fileiras. Os sacerdotes, que controlavam a educação, tornaram a divisão de classes da sociedade numa instituição permanente e criaram um sistema de valores segundo o qual as pessoas se têm guiado desde então, até grande medida de forma inconsciente, no seu comportamento social.[/i]
E o que isso tem a ver com Economia ou com Capitalismo? Economia é uma ciência que estuda, entre outras coisas, como funcionam trocas voluntárias, livres e pacíficas entre cidadãos livres que compartilham um lócus geográfico e social. A noção de propriedade é uma forma avançada de otimização dessas trocas, pois reduz os custos de transferência, ou seja, uma vez estabelecido o conceito de propriedade, reduz-se os custos de transações, e, com isso, todos os intervenientes do sistema ganham. TODOS, pois temos uma elevação da produtividade geral do sistema econômico. De qualquer forma, a história econômica pode ser contada também como a história do crescimento da produtividade marginal do trabalho, que, por sua vez, é influenciada pelos desenvolvimentos tecnológicos, que por sua vez, tem influência na economia, nos preços, na oferta e na procura, e nas possibilidades de disseminação de tais bens na sociedade.
[i]“Mas a tradição histórica é, por assim dizer, coisa do passado; em lado nenhum ultrapassámos de facto o que Thorstein Veblen chamou de “fase predatória” do desenvolvimento humano. Os factos económicos observáveis pertencem a essa fase e mesmo as leis que podemos deduzir a partir deles não são aplicáveis a outras fases.”[/i]
Discordo totalmente. A evolução do capitalismo o torna progressivamente menos predatório. E isso é óbvio. Os desenvolvimentos tecnológicos propiciados pelo capitalismo são introduzidos nos sistemas produtivos, que tendem a ser cada vez menos custosos. Ora, se as empresas estão em busca constante de redução de custos, então elas são cada vez menos predatórias, pois estão sempre em busca de produzir o mesmo produto final, ou mesmo um produto final melhor, com menos insumos materiais, primários e humanos. Pense em quanto pesava um carro há 40 anos, quanto consumia de combustível. E verifique quanto pesam os carros hoje, e quanto consomem. Os eletrodomésticos modernos consomem uma fração da energia que consumiam há 1 década. Chegamos a era da informação, na qual um serviço, como um site de relacionamento, como o Orkut, por exemplo, pode se expandir indefinidamente sem o uso de qualquer insumo físico adicional. Portanto, está claro que a afirmação acima é completamente equivocada.
[i]“Uma vez que o verdadeiro objectivo do socialismo é precisamente ultrapassar e ir além da fase predatória do desenvolvimento humano, a ciência económica no seu actual estado não consegue dar grandes esclarecimentos sobre a sociedade socialista do futuro.
Segundo, o socialismo é dirigido para um fim sócio-ético. A ciência, contudo, não pode criar fins e, muito menos, incuti-los nos seres humanos; quando muito, a ciência pode fornecer os meios para atingir determinados fins. ”[/i]
E o que é o socialismo, supostamente, científico, senão um fim em si mesmo, alíás, uma ciência que criou um “fim”, um “fim” – socialismo – artificial, anti-natural, anti-humano, liberticida, e impositivo a ser-humano? Einstein, de fato, não entendeu nada do que é socialismo!
“Mas os próprios fins são concebidos por personalidades com ideais éticos elevados e – se estes ideais não nascerem já votados ao insucesso, mas forem vitais e vigorosos – adoptados e transportados por aqueles muitos seres humanos que, semi-inconscientemente, determinam a evolução lenta da sociedade.
Por estas razões, devemos precaver-nos para não sobrestimarmos a ciência e os métodos científicos quando se trata de problemas humanos; e não devemos assumir que os peritos são os únicos que têm o direito a expressarem-se sobre questões que afectam a organização da sociedade ”
Inúmeras vozes afirmam desde há algum tempo que a sociedade humana está a passar por uma crise, que a sua estabilidade foi gravemente abalada. É característico desta situação que os indivíduos se sintam indiferentes ou mesmo hostis em relação ao grupo, pequeno ou grande, a que pertencem. Para ilustrar o meu pensamento, permitam-me que exponha aqui uma experiência pessoal. Falei recentemente com um homem inteligente e cordial sobre a ameaça de outra guerra, que, na minha opinião, colocaria em sério risco a existência da humanidade, e comentei que só uma organização supra-nacional ofereceria protecção contra esse perigo. Imediatamente o meu visitante, muito calma e friamente, disse-me: “Porque se opõe tão profundamente ao desaparecimento da raça humana?”
Tenho a certeza de que há tão pouco tempo como um século atrás ninguém teria feito uma afirmação deste tipo de forma tão leve. É a afirmação de um homem que tentou em vão atingir um equilíbrio interior e que perdeu mais ou menos a esperança de ser bem sucedido. É a expressão de uma solidão e isolamento dolorosos de que sofre tanta gente hoje em dia. Qual é a causa? Haverá uma saída?
É fácil levantar estas questões, mas é difícil responder-lhes com um certo grau de segurança. No entanto, devo tentar o melhor que posso, embora esteja consciente do facto de que os nossos sentimentos e esforços são muitas vezes contraditórios e obscuros e que não podem ser expressos em fórmulas fáceis e simples.
[i]“O homem é, simultaneamente, um ser solitário e um ser social. Enquanto ser solitário, tenta proteger a sua própria existência e a daqueles que lhe são próximos, satisfazer os seus desejos pessoais, e desenvolver as suas capacidades inatas. Enquanto ser social, procura ganhar o reconhecimento e afeição dos seus semelhantess, partilhar os seus prazeres, confortá-los nas suas tristezas e melhorar as suas condições de vida. Apenas a existência destes esforços diversos e frequentemente conflituosos respondem pelo carácter especial de um ser humano, e a sua combinação específica determina até que ponto um indivíduo pode atingir um equilíbrio interior e pode contribuir para o bem-estar da sociedade.”[/i]
E o socialismo é apenas a tentativa de suprimir, por meio da violência institucional, dessas características, tão básicas quanto humanas, que diferenciam homens e animais. Não é por outro motivo que sistemas socialistas não passam de aparatos violentos que se propõem basicamente a transformar seres-humanos em animais. Os exemplos estão todos aí, e são eloqüentes!
É perfeitamente possível que a força relativa destes dois impulsos seja, no essencial, fixada por herança. Mas a personalidae que finalmente emerge é largamente formada pelo ambinte em que um indivíduo acaba por se descobrir a si próprio durante o seu desenvolvimento, pela estrutura da sociedade em que cresce, pela tradição dessa sociedade, e pelo apreço por determinados tipos de comportamento. O conceito abstracto de “sociedade” significa para o ser humano individual o conjunto das suas relações directas e indirectas com os seus contemporâneos e com todas as pessoas de gerações anteriores. O indíviduo é capaz de pensar, sentir, lutar e trabalhar sozinho, mas depende tanto da sociedade – na sua existência física, intelectual e emocional – que é impossível pensar nele, ou compreendê-lo, fora da estrutura da sociedade. É a “sociedade” que lhe fornece comida, roupa, casa, instrumentos de trabalho, língua, formas de pensamento, e a maior parte do conteúdo do pensamento; a sua vida foi tornada possível através do trabalho e da concretização dos muitos milhões passados e presentes que estão todos escondidos atrás da pequena palavra “sociedade”.
[i]“É evidente, portanto, que a dependência do indivíduo em relação à sociedade é um facto da natureza que não pode ser abolido – tal como no caso das formigas e das abelhas.”[/i]
Esse é o grande equívoco. Abelhas e formigas agem por instinto, e se comportam quase sempre da mesma forma. Não pensam, não são racionais. Somente por meio de violência institucional é que é possível transformar seres-humanos em formigas ou abelhas, e é isso que os “socialistas” querem. Eles só não são suficientemente inteligentes para perceber que as sociedades liberais e capitalistas são a forma mais avançada de organização social humana.
No entanto, enquanto todo o processo de vida das formigas e abelhas é reduzido ao mais pequeno pormenor por instintos hereditários rígidos, o padrão social e as interrelações dos seres humanos são muito variáveis e susceptíveis de mudança. A memória, a capacidade de fazer novas combinações, o dom da comunicação oral tornaram possíveis os desenvolvimentos entre os seres humanos que não são ditados por necessidades biológicas. Estes desenvolvimentos manifestam-se nas tradições, instituições e organizações; na literatura; nas obras científicas e de engenharia; nas obras de arte. Isto explica a forma como, num determinado sentido, o homem pode influenciar a sua vida através da sua própria conduta, e como neste processo o pensamento e a vontade conscientes podem desempenhar um papel.
O homem adquire à nascença, através da hereditariedade, uma constituição biológica que devemos considerar fixa ou inalterável, incluindo os desejos naturais que são característicos da espécie humana. Além disso, durante a sua vida, adquire uma constituição cultural que adopta da sociedade através da comunicação e através de muitos outros tipos de influências. É esta constituição cultural que, com a passagem do tempo, está sujeita à mudança e que determina, em larga medida, a relação entre o indivíduo e a sociedade. A antropologia moderna ensina-nos, através da investigação comparativa das chamadas culturas primitivas, que o comportamento social dos seres humanos pode divergir grandemente, dependendo dos padrões culturais dominantes e dos tipos de organização que predominam na sociedade. É nisto que aqueles que lutam por melhorar a sorte do homem podem fundamentar as suas esperanças: os seres humanos não estão condenados, devido à sua constituição biológica, a exterminarem-se uns aos outros ou a ficarem à mercê de um destino cruel e auto-infligido.
Se nos interrogarmos sobre como deveria mudar a estrutura da sociedade e a atitude cultural do homem para tornar a vida humana o mais satisfatória possível, devemos estar permanentemente conscientes do facto de que há determinadas condições que não podemos alterar. Como mencionado anteriormente, a natureza biológica do homem, para todos os objectivos práticos, não está sujeita à mudança. Além disso, os desenvolvimentos tecnológicos e demográficos dos últimos séculos criaram condições que vieram para ficar.
Em populações com fixação relativamente densa e com bens indispensáveis à sua existência continuada, é absolutamente necessário haver uma extrema divisão do trabalho e um aparelho produtivo altamente centralizado. Já lá vai o tempo – que, olhando para trás, parece ser idílico – em que os indivíduos ou grupos relativamente pequenos podiam ser completamente auto-suficientes. É apenas um pequeno exagero dizer-se que a humanidade constitui, mesmo actualmente, uma comunidade planetária de produção e consumo.
heguei agora ao ponto em que vou indicar sucintamente o que para mim constitui a essência da crise do nosso tempo. Diz respeito à relação do indivíduo com a sociedade. O indivíduo tornou-se mais consciente do que nunca da sua dependência relativamente à sociedade. Mas ele não sente esta dependência como um bem positivo, como um laço orgânico, como uma força protectora, mas mesmo como uma ameaça aos seus direitos naturais, ou ainda à sua existência económica. Além disso, a sua posição na sociedade é tal que os impulsos egotistas da sua composição estão constantemente a ser acentuados, enquanto os seus impulsos sociais, que são por natureza mais fracos, se deterioram progressivamente. Todos os seres humanos, seja qual for a sua posição na sociedade, sofrem este processo de deterioração. Inconscientemente prisioneiros do seu próprio egotismo, sentem-se inseguros, sós, e privados do gozo naïve, simples e não sofisticado da vida. O homem pode encontrar sentido na vida, curta e perigosa como é, apenas dedicando-se à sociedade.
[i]”A anarquia económica da sociedade capitalista como existe actualmente é, na minha opinião, a verdadeira origem do mal. Vemos perante nós uma enorme comunidade de produtores cujos membros lutam incessantemente para despojar os outros dos frutos do seu trabalho colectivo – não pela força, mas, em geral, em conformidade com as regras legalmente estabelecidas. A este respeito, é importante compreender que os meios de produção – ou seja, toda a capacidade produtiva que é necessária para produzir bens de consumo bem como bens de equipamento adicionais – podem ser legalmente, e na sua maior parte são, propriedade privada de indivíduos.”[/i]
Pois Einstein estava profundamente equivocado. A “anarquia” que Einstein via no sistema capitalista não é anarquia, mas liberdade! Anarquia é um lócus sem regras, sem orientação, sem hierarquia. O Capitalismo estabelece-se com regras, sobretudo regras de mercado, onde os indivíduos são os senhores de suas vontades. O sistema produtivo capitalista produz o que os inivíduos desejam, e produzem cada vez mais e melhor, com menor custo. E isso é uma dinâmica, um processo, uma dinâmica econômica baseada na liberdade! Mercado é liberdade! Liberdade do indivíduo, que termina na liberdade do outro indivíduo.
[i]“Para simplificar, no debate que se segue, chamo “trabalhadores” a todos aqueles que não partilham a posse dos meios de produção – embora isto não corresponda exactamente à utilização habitual do termo. O detentor dos meios de produção está em posição de comprar a mão-de-obra. Ao utilizar os meios de produção, o trabalhador produz novos bens que se tornam propriedade do capitalista. A questão essencial deste processo é a relação entre o que o trabalhador produz e o que recebe, ambos medidos em termos de valor real. Na medida em que o contrato de trabalho é “livre”, o que o trabalhador recebe é determinado não pelo valor real dos bens que produz, mas pelas suas necessidades mínimas e pelas exigências dos capitalistas para a mão-de-obra em relação ao número de trabalhadores que concorrem aos empregos. É importante compreender que, mesmo em teoria, o pagamento do trabalhador não é determinado pelo valor do seu produto.”[/i]
Aqui a bobagem de sempre. Querem, em pleno século XX, após mais de 1 século que a Teoria da Utilidade Marginal demoliu a Teoria do Valor Trabalho, falar em “valor”! Como é que consegue se construir um acelerador de partículas, hoje? Com Física Newtoniana? Não! Com Física Relativística, de Einstein! Transporte isso para a Economia: Utilidade Marginal está para a Física Relativística, assim como o Valor Trabalho está para a Física Newtoniana. É claro que um esquerdinha jamais compreenderá isso, e, então, continuará rum ruminando.
[i]“O capital privado tende a concentrar-se em poucas mãos, em parte por causa da concorrência entre os capitalistas e em parte porque o desenvolvimento tecnológico e a crescente divisão do trabalho encorajam a formação de unidades de produção maiores à custa de outras mais pequenas.”[/i]
O capitalismo mostrou como lidar com isso: Leis de Concorrênica, Agências Reguladoras, Leis Anti-Truste, Anti-Dumping!
E o socialismo? Qual sua proposta para o problema? Rá..Rá..Rá…Ao invés de o capital se concentrar em “poucas mãos”, concentra-lo em uma única mão: a do Estado! Rá..Rá…Rá…Essa é uma das grandes contradições do socialismo!!!! Rá..Rá..Rá…
E por falar em contradições, eu mostro várias do socialismo. Mas gostaria que algum esquerdinha me apontasse alguma do capitalismo! Pode ser uma contradição exposta por Marx.
O resultado destes desenvolvimentos é uma oligarquia de capital privado cujo enorme poder não pode ser eficazmente controlado mesmo por uma sociedade política democraticamente organizada. Isto é verdade, uma vez que os membros dos órgãos legislativos são escolhidos pelos partidos políticos, largamente financiados ou influenciados pelos capitalistas privados que, para todos os efeitos práticos, separam o eleitorado da legislatura. A consequência é que os representantes do povo não protegem suficientemente os interesses das secções sub-privilegidas da população. Além disso, nas condições existentes, os capitalistas privados controlam inevitavelmente, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É assim extremamente difícil e mesmo, na maior parte dos casos, completamente impossível, para o cidadão individual, chegar a conclusões objectivas e utilizar inteligentemente os seus direitos políticos.
Assim, a situação predominante numa economia baseada na propriedade privada do capital caracteriza-se por dois principais princípios: primeiro, os meios de produção (capital) são privados e os detentores utilizam-nos como acham adequado; segundo, o contrato de trabalho é livre. Claro que não há tal coisa como uma sociedade capitalista pura neste sentido. É de notar, em particular, que os trabalhadores, através de longas e duras lutas políticas, conseguiram garantir uma forma algo melhorada do “contrato de trabalho livre” para determinadas categorias de trabalhadores. Mas tomada no seu conjunto, a economia actual não difere muito do capitalismo “puro”.
A produção é feita para o lucro e não para o uso. Não há nenhuma disposição em que todos os que possam e queiram trabalhar estejam sempre em posição de encontrar emprego; existe quase sempre um “exército de desempregados. O trabalhador está constantemente com medo de perder o seu emprego. Uma vez que os desempregados e os trabalhadores mal pagos não fornecem um mercado rentável, a produção de bens de consumo é restrita e tem como consequência a miséria. O progresso tecnológico resulta frequentemente em mais desemprego e não no alívio do fardo da carga de trabalho para todos. O motivo lucro, em conjunto com a concorrência entre capitalistas, é responsável por uma instabilidade na acumulação e utilização do capital que conduz a depressões cada vez mais graves. A concorrência sem limites conduz a um enorme desperdício do trabalho e a esse enfraquecimento consciência social dos indivíduos que mencionei anteriormente.
Considero este enfraquecimento dos indivíduos como o pior mal do capitalismo. Todo o nosso sistema educativo sofre deste mal. É incutida uma atitude exageradamente competitiva no aluno, que é formado para venerar o sucesso de aquisição como preparação para a sua futura carreira.
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Cuba é um típico estado FASCISTA
Este artigo mostrará que a verdadeira natureza do estado cubano é FASCISTA, e não socialista, como apregoam os esquerdistas. O caráter fascista do estado CUBANO fica claro quando analisamos o que é o fascismo.
Repressão à oposição política
A palavra fascismo é usada para definir sistemas de governo que, tal qual o governo de Benito Mussolini, exalta a nação e o Estado, e onde se usa intensa propaganda política estatal e censura para suprimir pela força a oposição política. Ora, sabemos que o estado cubano não permite a existência de rádios ou televisões privadas, e que os meios de comunicação estatais fazem propaganda sistemática do regime fascista de Fidel Castro. As correspondências não param por aí: o regime fascista cubano também emprega violência política contra a oposição, inclusive assassinando – por questões meramente políticas – e em tribunais de exceção, opositores do regime.
Coletivismo
O coletivismo é outra característica fascista presente no regime cubano. O estado cubano, por sua natureza fascista, procura mobilizar as massas com propaganda vulgar e violência, e é clara sua oposição às idéias liberais, como as que vigoram nos Estados Unidos da América. O fascismo é historicamente ant-liberal, por isso a aversão de líderes cubanos ao regime liberal que vige nos Estados Unidos da América.
O líder messiânico
Todas as formas de fascismo, e nisso o regime cubano é exemplar, não prescindem de um ator político no qual são depositadas todas as esperanças e também as responsabilidades. No regime fascista de Cuba, Fidel Castro é esse ator, é esse líder messiânico. Não é por outro motivo que o establishment cubano tenha imenso medo da morte do ditador fascista Fidel Castro: sabem que sua presença messiânica é fundamental para a manutenção do regime. Sem Fidel, o regime fascista pode ruir.
O Estado fascista é onipresente
O fascismo também é descrito como um sistema no qual “o Estado não apenas é autoridade que governa e molda as vontades individuais com leis e valores da vida espiritual, mas também poder que faz com que a sua vontade no estrangeiro prevaleça”. Ora, o Estado fascista cubano tenta controlar todos os aspectos da vida dos cidadãos, estabelecendo, inclusive, o que, quanto cada cidadão deve comer. Esse controle alimentar se dá por meio da famosa libreta de racionamento.
Tutto nello Stato, niente al di fuori dello Stato, nulla contro lo Stat” (Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado”)
Essa é uma máxima da filosofia fascista que é um dos componentes fundamentais do regime fascista cubano. Em Cuba, todas as empresas são do Estado. Todos os cidadãos trabalham para o Estado. Todas as propriedades são do Estado. Ninguém pode sair de Cuba sem autorização do Estado. As pessoas se alimentam conforme o estabelecido pelo Estado. O Estado define tudo na vida das pessoas, dos esportes, da cultura, da literatura. Os livros que os cidadãos são autorizados a ler são apenas os autorizados pelo Estado. Tudo na Cuba fascista está dentro do Estado e … nem indivíduos ou grupos estão fora do Estado… No Fascismo cubano, o Estado é absoluto, perante o qual os indivíduos ou grupos são apenas instrumentos de perpetuação de poder.
Conclusões
O estado cubano proclama-se como “socialista” ou “comunista”. Entretanto, essa auto-proclamação é incorreta e não se sustenta perante aos fatos. A natureza do estado cubano, como mostramos é essencialmente fascista, pois suas estruturas de controle, de poder, e políticas são formatadas com base em conceitos que chocam-se violentamente com as concepções socialistas. O papel do Estado é emblemático. O tipo de atuação do estado cubano não pode ser considerado socialista, pois, na ideologia socialista o Estado é visto como “mal necessário”, sendo que algumas formas de socialismo, como o socialismo libertário, rejeitam completamente o estado. O estado fascista cubano, porém, fiel a sua natureza FASCISTA, crê no Estado como um fim em si mesmo, e digno de obediência e subserviência por parte do povo.
O povo cubano serve para obedecer ao Estado. E só. Nada mais fascista do que isso.
Lula e seus militantes amestrados
http://veja.abril.uol.com.br/blogs/reinaldo/
A gestão da Vale foi, felizmente, privatizada, sim. E, por conta disso:
1 – Em seis anos, ela recebeu US$ 44,6 bilhões em investimentos: nos 54 anos de estatismo, foram US$ 24 bilhões;
2 – Em 1997, inteiramente estatal, empregava 11 mil pessoas; hoje, 56 mil;
3 – Como estatal, produzia 35 milhões de toneladas de ferro; hoje, são 300 milhões;
4 – Em 1997, exportou US$ 3 bilhões; em 2006, US$ 10 bilhões (mais de um quarto do saldo positivo da balança comercial);
5 – Se a empresa realmente vale hoje US$ 50 bilhões, TRATA-SE DA VALE INTEIRA; em 1997, venderam-se se por US$ 3 bilhões APENAS 42% das ações ordinárias;
6 – Quem continua a ser o verdadeiro “dono” da Vale? O fundo de pensão do Banco do Brasil e o BNDES: eles detêm dois terços do capital da empresa;
7- O outro terço se distribui entre Bradesco, a japonesa Mitsui e mais de 500 mil brasileiros que aplicaram parte do FGTS em ações da companhia.
Isso que vai acima é a verdade. Não a cascata que está sendo contada nas igrejas por padres que entendem de economia o que tendem dos Evangelhos: NADA!!! Eis a verdade, não o que os bispos brasileiros permitem que se fale nos púlpitos. Se quer entrar nesse mérito mundano, que nada tem a ver com Deus, dom Odilo Scherer deveria levar a boa-nova a seus fiéis, em vez conspurcar o altar com a urna da mistificação.
A mentira é coisa do demônio, bispo!
A verdade sobre a Vale também é a verdade sobre as outras empresas privatizadas, especialmente no setor de telefonia. Ou daquela que é hoje um caso de sucesso global: a Embraer, que foi da falência certa a um caso formidável de sucesso.
Vocês conhecem a capacidade da esquerda de contar mentiras. Mais do que isso: ela acha que a mentira é moral se for para garantir o que entende ser o bem da humanidade. Ela não tem qualquer receio de fraudar, de trapacear, de enganar se for para ver triunfar a sua verdade particular. Também é capaz de matar. Em proporções industriais. Não! Em proporções que faria Homero corar.
Lembram-se do post sobre a entrevista de Marxilena Oiapoque à revista argentina Debate? Ela admite que o PT meteu a mão na sujeira, mas diz que seu maior patrimônio é a “ética na política”. E isso significa que ela não distingue a fronteira entre a verdade e a mentira.
Não permita que a baba hidrófoba se espalhe por aí. Contra ela, use apenas a verdade.
http://www.e-agora.org.br/conteudo.php?id=5023_0_3_0_C
Lula e seus militantes amestrados
Eduardo Graeff, Folha de S. Paulo (17/09/07)
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1709200709.htm
Placebo ideológico aqui, verbinha acolá, empregos a rodo, barriga cheia, lá vai a militância petista fazer seu número. Pula! Late!
O PLEBISCITO sobre a privatização da Companhia Vale do Rio Doce não foi para valer, Lula esclareceu na coletiva de rádio dias depois de o PT anunciar sua adesão à iniciativa do MST e outros. A rigor, o “não tenho nada com isso” dele também não é para valer.
Às vésperas do plebiscito, enquanto o presidente da República negava que a reestatização da Vale estivesse ou pudesse vir a estar na agenda de seu governo, militantes de camiseta vermelha recolhiam assinaturas para o plebiscito comodamente instalados na portaria do Ministério do Planejamento ao som do hino da Internacional Comunista. O que vale mais: a palavra do presidente ou as centenas de milhões de reais com que ele irriga o MST, a CUT, a UNE etc.?
Uma coisa pela outra, eu diria. Falsa como uma nota de três reais é a razão formal que ele alegou para se dissociar da onda reestatizante: houve um “ato jurídico” que o governo deve respeitar. Se tivesse sombra de dúvida que o ato foi fraudulento, como gritam os “excluídos” chapa-branca, teria por obrigação mandar apurar e desfazer o malfeito. Não fará nada, como não fez até hoje, porque não quer assustar o mercado nem ter que passar um atestado de idoneidade ao processo de privatização. Bom mesmo é deixar suspeitas no ar e faturar eleitoralmente, como fez com o boato de privatização do Banco do Brasil em 2006.
Melhor ainda juntar o proveito político do reflexo condicionado antiprivatização com o proveito econômico da Vale privatizada. Recorde de investimento: US$ 44,6 bilhões nos últimos seis anos contra US$ 24 bilhões nos 54 anos anteriores. Recorde de produção: 300 milhões de toneladas de minério neste ano contra média anual de 35 milhões da Vale estatal. Recorde de emprego: 56 mil empregos diretos hoje contra 11 mil há dez anos. Recorde de exportações: quase US$ 10 bilhões em 2006 contra US$ 3 bilhões em 1997, garantindo mais de um quarto do saldo da balança comercial “deste país”.
A Vale não é exceção. Da Embraer à telefonia, passando pela siderurgia e petroquímica, o desempenho de quase todas as empresas privatizadas é uma história de sucesso em benefício de seus compradores e empregados e do país.
A isso o estatista contrapõe números que são, eles sim, fraude grosseira: a comparação dos US$ 3 bilhões pelos quais a União vendeu 42% de suas ações ordinárias da Vale em 1997 com os US$ 50 bilhões que a Vale inteira valeria hoje, depois de toda a expansão possibilitada pela privatização.
E quem foram os beneficiários desse “ato de lesa-pátria”? A quem pertence a Vale privatizada? Aos funcionários e aposentados do Banco do Brasil, principalmente, por intermédio de seu fundo de pensão. Com o BNDES, eles detêm dois terços do capital da Vale. O restante se distribui entre o Bradesco, a “trading” japonesa Mitsui e mais de 500 mil brasileiros que aplicaram parte do FGTS em ações da companhia. O padrão de gestão da Vale é privado. A propriedade, como se vê, nem tanto. Depois de privatizada, a empresa recolheu aos cofres da União, em impostos e dividendos, algumas vezes mais do que fez ao longo de toda a sua existência como estatal.
Os obreiros do plebiscito e até, forçando a barra, os padres que ecoam essa gritaria inconseqüente dentro das igrejas podem pretextar ignorância. Lula e os dirigentes do PT, não. Esses usam deliberadamente o fantasma da privatização como uma distração para a sua militância -um osso de mentira que se dá a um cachorrinho para ele não roer a mobília.
Um placebo ideológico aqui, uma verbinha acolá, empregos a rodo, barriga cheia, lá vai a militância petista fazer seu número. Pula! Late! E Lula pisca o olho para as visitas: “É brincadeira, gente! Senta que o Lulu é manso”.
Os empresários sorriem de volta, fingem que acreditam, mas pensam dez vezes antes de botar a mão no bolso. Para eles, pior do que a encenação dos militantes é a falta de vontade e/ ou capacidade do governo de estabelecer regras claras e um ambiente político confiável para os investimentos privados em infra-estrutura.
A conta das ambigüidades virá aí por 2010, prevêem os especialistas, quando o fantasma do racionamento de energia elétrica deve voltar a rondar, dessa vez não por falta de chuva, mas de investimento. Ou quem sabe em 2011. Já pensaram na ironia? Um novo governo às voltas com o apagão, a militância petista a todo vapor de volta à oposição e Lula na Guarapiranga, pescando suas tilápias…
EDUARDO GRAEFF, 57, é cientista político. Foi secretário-geral da Presidência da República no governo FHC
As pessoas migram dos países menos neoliberais para os mais neoliberais
Um fato que pode ser observado com clareza é que as pessoas migram voluntariamente dos países menos liberais para os mais neoliberais! Os EUA como um dos países mais neoliberais do mundo, recebem milhões de imigrantes todos os anos. Nos EUA só existe uma empresa estatal: o US Postal Service!! E mesmo assim trabalha como se fosse uma empresa privada!!! Sem ingerência política!Nos EUA não existem elefantes brancos estatais, cheios de privilégios para funcionários públicos acomodados.
Nos EUA a propriedade privada é garantida, assim como a liberdade de expressão, a liberdade de montar negócios, a liberdade fiscal e monetária.
A imprensa é completamente livre nos EUA.
Os americanos se deslocam dentro de seu país livremente, entram e saem do país da mesma forma.
Os EUA são o 4º país mais liberal do mundo, segundo o ILE – Índice de Liberdade Econômica.
Empresas multinacionais são completamente livres para entrar e investir nos EUA. Para quem tem dúvidas sobre se os EUA são o país mais neoliberal das Américas e um dos mais neoliberais do mundo, então aqui está:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u113736.shtml
Os EUA ficaram em primeiro lugar entre os países americanos com maior liberdade econômica, com 82% (4º lugar na classificação geral). O Canadá ficou em 10º lugar no ranking geral.
O Chile foi o mais bem colocado no ranking geral entre os latino-americanos, ficando em 11º lugar (3º entre os países americanos). O México ficou em 49º na classificação geral (13º entre os americanos). Cuba ficou com o último lugar nas Américas (29º). O país ficou no penúltimo lugar (156º) no ranking geral, à frente apenas da Coréia do Norte.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_dos_Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica“O país (EUA) possui uma das economias mais abertas do mundo – isto é, com poucas restrições contra investimentos estrangeiros e importações, e pouca interveção do governo federal na economia do país.”
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2002/020729_donmamt.shtml
quando se fala dos Estados Unidos – que é uma das economias mais abertas do mundo –, eles têm problemas com algumas coisas, como a agricultura e o aço.Mas, por outro lado, as importações dos Estados Unidos são gigantescas, cerca de US$ 1 trilhão (R$ 3,13 trilhões) por ano. É absurdamente alto, uma loucura. Veja o benefício para o resto do mundo, que exporta todo este valor para os Estados Unidos. Ainda assim, se você olhar o sistema de proteção econômica dos países em desenvolvimento, ele é muito mais fraco do que o dos Estados Unidos. http://www.heritage.org/index/countries.cfmA economia dos Estados Unidos é 82 por cento livre, de acordo com nossa avaliação 2007, que lhe faz economia a 4ª mais livre do mundo.
Os Estados Unidos são 1º dentre os 29 países nos Americas, e sua contagem total é muito mais elevada do que a média regional.
Os Estados Unidos têm níveis elevados de liberdade do investimento, de liberdade de comércio, de liberdade financeira, de direitos de propriedade, de liberdade de negócio, e baixo índice de corrupção. A taxa alfandegária média é baixa, embora haja diversas barreiras não tarifárias. Quase todas as operações comerciais são simples e transparentes. O investimento extrangeiro é bem-vindo e sujeito às mesmas régras que o capital nacional.
Os mercados financeiros estão abertos à competição extrangeira e são os mais dinâmicos e modernos do mundo. O Poder Judiciário é independente e consistentemente de alta qualidade. A corrupção é baixa , como befits uma democracia ocidental, e o mercado de trabalho é altamente flexível.
http://www.heritage.org/index/country.cfm?id=Unitedstates Os fatos estão aí. EUA – 4ª economia mais neoliberal do mundo.
Chile economia mais neoliberal da AL, curiosamente o país com maior bem-estar e mais rico.
Mèxico muito mais neoliberal que o Brasi, portanto tem economia muito mais forte.
Acho interessante essa relação de ódio que os anti-americanos têm com os EUA. É uma demonstração explícita de INVEJA nacional!!!
Ora, para ficarmos como os EUA, precisamos apenas fazer como eles: Adotar o neoliberalismo cada vez mais!!! Com o tempo a economia vai se desenvolvendo.
Olha o Brasil, até que está melhorando. Durante o governo FHC muitas reformas neoliberais foram feitas. Nenhuma delas foi desfeita pelo Lula, e, então, agora, o Brasil que conta com uma economia relativamente neoliberal, está crescendo à taxas de 5% ao ano, com baixa inflação!!!!
Fidel Castro não sabe nada de Economia!
Já se falou que todo autoritarismo deriva da ignorância!
Olhem só como a completa ignorância de Fidel em assuntos econômicos é exposta em seu último artigo! Incrível que ele não percebe que sua completa ignorância no assunto o faz tentar lutar contra leis econômicas básicas e leva à miséria a população cubana!
Divirtam-se:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u311129.shtml
[i]A direção nacional da União da Juventude Comunista (UJC) anunciou a seguinte medida, ao concluir um relatório: “No sábado, 7 de julho, o escritório nacional da Juventude Comunista decidiu ajustar o plano de forças para a mobilização das Brigadas Estudantis de Trabalho (BET), seguindo o princípio de empregar os estudantes em tarefas de ordem social e recreativa, em número ajustado ao mínimo necessário e em seus municípios de residência, para evitar a necessidade de transporte”. [/i]
Em Cuba sempre é assim: um grupelho de burocratas se reúne e define a vida do resto. Vê-se que aprendem desde cedo.
[i]“A decisão foi discutida no mesmo dia com o estado-maior nacional das BET, formado por organizações estudantis e órgãos da Administração Central do Estado, e também com as direções da Juventude Comunista nas províncias.” [/i]
Que coisa mais ridícula! Seria a mesma coisa que a nossa ridícula e irrelevante UNE tivesse a prerrogativa de ditar os rumos de qualquer coisa relevante no Brasil.
[i]“Foi dada ênfase à idéia de um uso mais racional da força a ser mobilizada, com economia de recursos materiais, fundamentalmente o combustível, e tendo em vista o propósito de permitir que os estudantes utilizem o tempo para ampliar seus conhecimentos, incorporar hábitos de leitura e debater temas de grande importância.” [/i]
Que grande novidade? Uso racional de recursos é coisa que Cuba e os cubanos, e, especificamente, Castro, não tem a mais vaga idéia do que seja, tendo em vista que o povo cubano é obrigado a conviver com racionamentos até de papel higiênico! Que triste.
[i]“Como resultado das decisões adotadas, só 200 mil estudantes terão de ser transportados, em julho e agosto, ante os 600 mil que constavam do plano original. Não foram realizadas mobilizações para acampamentos agrícolas ou escolas localizadas no campo cuja localização requeresse o uso de meios de transporte e outros recursos logísticos.” [/i]
Vê-se que a coisa está feia por lá! Então antes precisava transportar 600 mil estudantes, e, agora, num passe de mágica, com a decisão de meia dúzia de burocratas, só precisa de 1/3 disso!?
[i]“Este ano, a convocação durará apenas sete dias, para trabalho relacionado a tarefas da Revolução Energética, em companhia de trabalhadores sociais, tais como a capacitação de comunidades para uma melhor cultura de economia, a entrega de equipamentos eletrodomésticos cuja distribuição está pendente e visitas a alguns núcleos familiares que receberam os eletrodomésticos, assumiram as obrigações a eles relacionadas e não realizaram os pagamentos.” [/i]
Olha só que ridículo! O Estado cubano se mete até na decisão sobre que tipo de eletrodoméstico as pessoas devem comprar. Pior! Os “estudantes” escolhem os eletrodomésticos, e os enfiam na casa das pessoas, obrigando-as a pagar! E, se não pagam, vão lá cobrar depois! Completamente surreal! Já pensou se um burocrata resolvesse qual geladeira você deveria ter na sua casa, fosse na loja, a escolhesse para você, colocasse na sua casa, e te obrigasse a pagar? Então: isso é SOCIALISMO!
[i]O trabalho físico não gera, por si, uma consciência. Cada trabalhador é diferente. Seu temperamento, seu organismo, seus nervos, o tipo de trabalho que ele realiza, o rigor das tarefas, as condições em que investe sua força sob o sol ardente ou em área climatizada, se está sendo pago por tarefa ou por tempo de trabalho, se tem hábitos disciplinados ou não, se dispõe ou não de todas as suas faculdades mentais ou padece de alguma deficiência, a escola em que estudou, os professores que teve, se sua atividade é ou não profissional, se a origem do trabalhador é rural ou urbana. E, um ponto muito importante: se ele produz ou distribui bens ou serviços de qualquer tipo, quem são seus chefes, que imagem eles projetam, como falam, que aparência têm. Eu poderia ocupar muitas páginas falando sobre as diferenças individuais entre os trabalhadores. Por isso, o que requer mais cuidado aos cidadãos do nosso país são os conhecimentos, caso ele deseje criar uma consciência. [/i]
O ditador gasta um parágrafo e o nosso tempo para constatar o óbvio: que as pessoas são diferentes! Interessante que ele não percebe que ele tenta, a todo o custo, com seu regime ridículo, acabar com a humanidade das pessoas, transformando-as em animais irracionais que não pensam e apenas executam as ordens dos burocratas! ISSO È SOCIALISMO!
[i]O preceito proposto por José Martí sobre a importância de vincular estudo e trabalho para a formação do homem nos levou, no passado, a promover a participação dos estudantes universitários, e até mesmo de alunos do segundo grau, em trabalhos físicos. Essa era, em primeiro lugar, uma necessidade inevitável. Precisávamos substituir o vazio deixado, então, pelo abandono maciço dos campos de cana, quando surgiam outras oportunidades de emprego para os trabalhadores rurais. O nível médio de conhecimentos era baixo demais, mesmo depois da campanha de alfabetização, do auge da campanha de educação primária em massa ou, posteriormente, da campanha de educação secundária básica. Nossos jovens compreenderam a necessidade e colaboraram com disciplina e entusiasmo. [/i]
Isso mesmo! E quem não “compreendeu com disciplina e entusiasmo” levou chumbo, ou foi preso, acusado de ser contra-revolucionário! Interessante como o regime ridículo de Fidel Castro consegue transformar trabalhos forçados no campo em “processos reeducativos”, e seus áulicos compram a baboseira sem pestanejar.
[i]“Quanto aos assuntos econômicos concretos, acredito que em quase todos os países os cidadãos os ignorem de todo.”[/i]
Em todos os outros países, ignoram-se os assuntos econômicos quem os quer, pois a disponibilidade de informação é grande, e, inclusive, não existe, como em Cuba, a proibição legal de se reunir para discutir sobre Economia! (sim! No SOCIALISMO CUBANO é crime se reunir para discutir sobre Economia). Em Cuba, porém, a ignorância da população é forçada! As pessoas são mantidas deliberadamente ignorantes em Economia, assim como Fidel Castro, que mostra toda sua ignorância no assunto, ao escrever este revelador artigo.
[i]“É imprescindível compreender por que sobem os preços do petróleo, que na semana passada atingiu a cotação de US$ 77 por barril; por que sobem os preços dos alimentos, como o trigo e outros, que por motivos climáticos precisam ser importados; se a causa da elevação é permanente ou conjuntural. “”[/i]
Sobem os preços para equilibrar as demandas e ofertas de tais bens e serviços! É para isso que servem preços, fio! Não sabe ainda! Incrível como o ídolo dos esquerdinhas, o ditador perpétuo da América Latina, não tem o conhecimento mais básico sobre o funcionamento de um sistema de preços. Coisa básica em Economia.
[i]“Nem todos os trabalhadores recebem estímulos em pesos conversíveis, uma prática que se generalizou em grande número de empresas durante o período especial, sem que, em numerosas ocasiões, cumprisse os requisitos mínimos prometidos. Nem todos os cidadãos recebem do exterior moeda conversível, algo que não é ilegal mas que ocasionalmente cria desigualdades e privilégios irritantes em um país que se esforça por prover gratuitamente os serviços essenciais à sua população. Não vou mencionar os lucros suculentos auferidos por aqueles que transportavam moeda estrangeira clandestinamente, nem os truques que usaram para combater nossas medidas de repressão ao dólar por meio da conversão do dinheiro em outras moedas. “[/i]
Rá…Rá…Rá….!! É incrivelmente engraçado ver como um ditador completamente ignorante em economia reage quando as pessoas de seu próprio país reagem de forma instintiva a estímulos econômicos, cosia que qualquer primeiro anista de economia sabe! O ditador de Cuba, pelo jeito, em 50 anos de regime totalitário, ainda não conseguiu criar o tal “novo homem”, pelo jeito, né? E também não conseguiu revogar as leis da economia! Socialismo é isso: UMA LUTA INGLÓRIA contra os mais básicos comportamentos humanos.
[i]“A falta real e visível de igualdade e a escassez de informações pertinentes gera opiniões críticas, especialmente nos setores mais necessitados. “[/i]
E a culpa é dele, pois até nisso é incompetente: informar corretamente a população.
Rá…Rá…Rá….!! É incrivelmente engraçado ver como um ditador completamente ignorante em economia reage quando as pessoas de seu próprio país reagem de forma instintiva a estímulos econômicos, cosia que qualquer primeiro anista de economia sabe! O ditador de Cuba, pelo jeito, em 50 anos de regime totalitário, ainda não conseguiu criar o tal “novo homem”, pelo jeito, né? E também não conseguiu revogar as leis da economia! Socialismo é isso: UMA LUTA INGLÓRIA contra os mais básicos comportamentos humanos.
[i]“Aqueles que gastam gasolina a torto e a direito com nosso atual parque de veículos de todo tipo; aqueles que esquecem que sobem constantemente os preços dos alimentos e que as matérias-primas para a agricultura e a indústria, muitos de cujos produtos são distribuídos a todos com preços subsidiados, precisam ser adquiridas a preço de mercado; aqueles que se esquecem de que o país tem o dever sagrado de combater até a última gota de sangue e precisa gastar com matérias-primas e material de defesa diante de um inimigo que monta guarda permanente –todos eles podem comprometer a independência e a vida de Cuba, e com isso não se brinca! “[/i]
Rá…Rá…Rá…O ditador de Cuba congela preços, retirando a funcionalidade sua funcionalidade básica que é a de equilibrar a oferta e a demanda nos diversos mercados mercados: combustíveis, alimentos, moedas e etc. Então, fixa demagogicamente, a níveis ridículos os preços de gasolina e depois critica que as pessoas usam com desperdício! Isso mostra o quanto é ridículo o regime cubano! O sujeito cria um problema: retira a funcionalidade dos preços, que gera imensos outros problemas, como escassez e desperdícios, e aí, surpreendentemente, culpa as pessoas por isso! Ah! E lógico, culpa os EUA! ISSO é SOCIALISMO
[i]“Em Cuba, o período especial se aliviou, mas o mundo recaiu em um período muito especial, e ainda não se sabe como poderá sair dele. Desperdiçamos bilhões de dólares em combustíveis.”[/i]
Só agora que o ditador descobriu que desperdiça bilhões de dólares em combustíveis? Não percebeu ainda que esse desperdício é gerado pela sua insistência em manter os preços internos de combustíveis artificialmente baixos? Não percebe, também, que o desperdício em Cuba não é só em combustíveis? É em tudo, e é exatamente e precisamente esta a causa de sua desgraça e dos racionamentos?
[i]“ Não só por necessidades profissionais, o que seria uma tendência natural, mas também devido à necessidade de substituir dezenas de milhares de antigos motores soviéticos, de uma era em que nos sobrava gasolina, por motores chineses muito econômicos, com facilidades razoáveis de pagamento. Esse programa está atrasado. “[/i]
Tudo está atrasado em Cuba! Cuba está no século XIX ainda, fio. O mundo está no século XXI!
[i]Na economia mundial, os metais, como o petróleo, vêm subindo acima de seus padrões históricos, mas sofrem quedas bruscas. [/i]
Rá…Rá…Rá….que ridículo! Ele olha gráficos de preços de comodities e se assusta!!! Contrata um economista de Chicago, Ô VELHOTE GAGÁ!!!!!
[i]“No entanto, nada poderá remediar, em curto prazo, a necessidade de combustível para o transporte pessoal e público e as equipes agrícolas e de construção. Tudo é mecanizado, nos países desenvolvidos. Os viajantes nos contam que edifícios de todos os tipos são erguidos continuamente, e que as obras não param, dia e noite. As cidades se agigantam. Há cada vez mais milhões de pessoas que precisam de água potável, legumes, frutas e alimentos protéicos, que outros devem produzir e entregar, ocasionalmente depois de percorrer grandes distância.”[/i]
É claro, e o sistema de preços ajusta tudo isso, sozinho! O problema é que um burocrata, como esse Fidel, acha que tem condições de definir a vida de todo mundo, definir todos os preços! É um louco!
[i]“O pior é que existem mais de 500 automóveis particulares para cada mil pessoas. Nos Estados Unidos, o total chega a quase mil por mil. As pessoas vivem longe de seus locais de trabalho. Cada uma delas tem uma garagem. Cada local de trabalho tem um estacionamento. “[/i]
Criticando a vida alheia. Típico de esquerdinhas!
[i]As refinarias não dão conta. Muitas precisam de ampliação, e novas usinas devem ser construídas.[/i]
Sim! Para isso que existe acumulação de capital e investimento! Para ampliar parques produtivos, refinarias e etc, para atender os desejos de consumo das pessoas!
[i]“ A matéria-prima das refinarias é o petróleo, e quanto mais pesado ele for, maior volume é necessário para refino. Há muito tempo não surgem grandes descobertas de petróleo leve.”[/i]
Ele está se ferrando pois o petróleo venezuelano, que ele recebe de graça de Chavez, é pesado, e só os EUA tem a tecnologia de refino de petróleo pesado! Rá…Rá…Rá…
[i]“Greve na Nigéria, guerra no Iraque, ameaças ao Irã, os velhos conflitos políticos na Europa, um maremoto, um ciclone causam disparada dos preços. Os velhos e os novos consumidores em larga escala demandam milhões e milhões de barris adicionais ao dia. Ao mesmo tempo, também avançam os planos de construir novas usinas nucleares. Não discutirei aqui os perigos ambientais e climáticos, mas as incertezas que tudo isso causa na economia real. “[/i]
Ainda bem que ele se furtou a discutir os efeitos na economia real, pois seria mais uma auto-ridicularização, tendo em vista que ele não sabe nada de economia. Nada!!!!!!
[i]“Depois de gastar uma montanha de ouro destruindo o Vietnã, o presidente Richard Nixon substituiu o ouro por cédulas de papel, sem que as pessoas se inteirassem das conseqüências. O desenvolvimento tecnológico dos Estados Unidos era tamanho, sua capacidade de produzir bens agrícolas e industriais era tão grande e, especialmente, o poderio militar do país era tão imenso que a substituição do ouro por cédulas não resultou em tragédia. Surgiu uma inflação de mais de 10%, que terminou controlada. Depois, veio o rearmamento dos Estados Unidos, financiado com dinheiro de papel, ao final da Guerra Fria, e a vitória da sociedade de consumo, que deslumbrava as nações com sua orgia de aparente bem-estar. Com papéis o império adquiriu boa parte das riquezas do mundo, e impôs suas leis a esses lugares, menosprezando a soberania das nações. “[/i]
Aqui ele demonstra sua monumental ignorância em Economia Monetária, também. Não percebe que a coisa mais ridícula do padrão ouro, que Fidel, pelo jeito, quer de volta, é atrelar a economia de um país à disponibilidade de um metal, como o ouro! O ditador da AL tem uma mente tão rudimentar que ainda não percebeu que o mundo moderno já superou essa fase nas administrações monetárias, e que, hoje, as moedas são sustentadas por políticas monetárias, que, por sua vez, fundamentam-se em seus respectivos PIB! Isso é complicado demais para a mente dos esquerdinhas e de seu ídolo.
[i]“O dólar foi perdendo progressivamente o valor, até seu valor chegar a menos de 6% do que era na década de 70. Os especialistas estão desconcertados diante dos novos fenômenos. Ninguém está seguro quanto ao que vá ocorrer. Existe ou não razão para aprofundar a discussão desses temas?” “[/i]
Com certeza precisa se discutir, mas não com você, velhote, que não sabe nada!
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